Play Hard (featuring Ne-Yo & Akon)
David Guetta
Por falar em superlativos de número de singles lançados envolvendo um DJ, David Guetta lançou o décimo single do álbum Nothing But the Beat que foi lançado em 2011. A canção escolhida foi Play Hard.
A canção que tem parceria com o cantor Ne-Yo e o rapper Akon é até legalzinha, por incrível que pareça. Mesmo com o cansaço que se apresenta pelo cansaço de imagem pelo excesso de canções lançadas, Play
Hard mostra uma vibe mais old school do eletrônico ajudado pelo sample da canção Better Off Alone do grupo Alice DeeJay. Nada muito ousado ou diferente, mas é bem divertido. As performances de Ne-Yo (refrão) e Akon (versos) são apenas ok, mas cumprem seus papeis sem atrapalhar. Mas já deu, né, Guetta?
nota: 6,5
31 de agosto de 2013
30 de agosto de 2013
Primeira Impressão
The Blessed Unrest
Sara Bareilles
As vezes, um álbum tem a tarefa de apenas fazer bem a quem ouve. Não é preciso ser um trabalho genial ou/e revolucionário. Claro, a qualidade precisa ser ao menos acima da média já que de um álbum ruim nunca vai emanar nenhuma sensação positiva. Caso essa boa vibração venha acompanhada de um álbum realmente bom é ainda melhor. Esse é o caso do cativante e delicioso quarto trabalho da cantora Sara Bareilles, The Blessed Unrest.
The Blessed Unrest é uma pequena obra "feel good" do começo ao fim. Contudo está longe de qualquer guia de autoajuda em forma de CD. Sara, a compositora, consegue navegar de uma maneira delicada, doce e, o mais importante, madura sem cair em pieguismos fáceis ou bobos. Só que vai um pouco mais além no momento que consegue tocar de maneira edificante a alma de quem ouve seja com uma bela mensagem de libertação (Brave) ou para acalentar a solidão (Satellite Call). Letras inspiradas vão construindo um trabalho cativante e cheio de momentos realmente edificantes como na linda Cassiopeia e na tocante Chasing The Sun. Na questão sonoridade, The Blessed Unrest é um trabalho certinho sem nenhum avanço no pop adulto que Sara faz, mas é tão bem produzido e conduzido com Sara comandando a maioria das canções que fica difícil não se deixar encantar com os ótimos arranjos. A ótima vibe de The Blessed Unrest é ajuda pela produção como na deliciosa Little Black Dress e gostosinha I Choose You. Sara é cantora perfeita para o tipo de música que faz: sem uma potencia gigantesca, mas com uma técnica perfeita e um tom de uma beleza simples que é tocante. Tudo que disse antes encontra a perfeita tradução na avassaladora Manhattan, uma balada com base de piano que faz chorar o mais duro dos corações. Também tem a romântica e melancólica 1000 Times e na delicada e inspiradora Beautiful Girl. Não há como não terminar de The Blessed Unrest como um baita sorriso sincero de contentamento no rosto. Muito obrigado Sara por fazer tão bem a minha alma por apenas ouvir um álbum!
Sara Bareilles
As vezes, um álbum tem a tarefa de apenas fazer bem a quem ouve. Não é preciso ser um trabalho genial ou/e revolucionário. Claro, a qualidade precisa ser ao menos acima da média já que de um álbum ruim nunca vai emanar nenhuma sensação positiva. Caso essa boa vibração venha acompanhada de um álbum realmente bom é ainda melhor. Esse é o caso do cativante e delicioso quarto trabalho da cantora Sara Bareilles, The Blessed Unrest.
The Blessed Unrest é uma pequena obra "feel good" do começo ao fim. Contudo está longe de qualquer guia de autoajuda em forma de CD. Sara, a compositora, consegue navegar de uma maneira delicada, doce e, o mais importante, madura sem cair em pieguismos fáceis ou bobos. Só que vai um pouco mais além no momento que consegue tocar de maneira edificante a alma de quem ouve seja com uma bela mensagem de libertação (Brave) ou para acalentar a solidão (Satellite Call). Letras inspiradas vão construindo um trabalho cativante e cheio de momentos realmente edificantes como na linda Cassiopeia e na tocante Chasing The Sun. Na questão sonoridade, The Blessed Unrest é um trabalho certinho sem nenhum avanço no pop adulto que Sara faz, mas é tão bem produzido e conduzido com Sara comandando a maioria das canções que fica difícil não se deixar encantar com os ótimos arranjos. A ótima vibe de The Blessed Unrest é ajuda pela produção como na deliciosa Little Black Dress e gostosinha I Choose You. Sara é cantora perfeita para o tipo de música que faz: sem uma potencia gigantesca, mas com uma técnica perfeita e um tom de uma beleza simples que é tocante. Tudo que disse antes encontra a perfeita tradução na avassaladora Manhattan, uma balada com base de piano que faz chorar o mais duro dos corações. Também tem a romântica e melancólica 1000 Times e na delicada e inspiradora Beautiful Girl. Não há como não terminar de The Blessed Unrest como um baita sorriso sincero de contentamento no rosto. Muito obrigado Sara por fazer tão bem a minha alma por apenas ouvir um álbum!
29 de agosto de 2013
2 Por 1 - Mumford & Sons
Whispers In The Dark
Babel
Mumford & Sons
Os últimos singles lançados pela banda Mumford & Sons devem ser encarados com uma espécie de continuação um do outro já que estão disposta uma atrás da outra no álbum Babel e reúnem basicamente as mesmas qualidades.
Whispers In The Dark e Babel são faixas com cadencias bastante violentas fazendo o grupo realmente mostrar sua faceta rock sem perder a personalidade indie folk deles. A produção acerta no tom das duas canções com trabalhos impressionantes de instrumentalização que só pecam por serem um pouco parecidos, mas nada que tire o brilho das canções. As duas canções são contempladas por atuações viscerais do vocalista Marcus. Um pouco mais suave em Whispers, mas não menos impactante. A diferença entre as duas é o resultado de suas boas composições: enquanto Babel tem uma pegada bem mais significativa e forte que a quase romântica Whispers In The Dark. Nem sempre "repetição" causa uma brusca queda qualidade.
nota
Whispers In The Dark: 8
Babel: 7,5
Babel
Mumford & Sons
Os últimos singles lançados pela banda Mumford & Sons devem ser encarados com uma espécie de continuação um do outro já que estão disposta uma atrás da outra no álbum Babel e reúnem basicamente as mesmas qualidades.
Whispers In The Dark e Babel são faixas com cadencias bastante violentas fazendo o grupo realmente mostrar sua faceta rock sem perder a personalidade indie folk deles. A produção acerta no tom das duas canções com trabalhos impressionantes de instrumentalização que só pecam por serem um pouco parecidos, mas nada que tire o brilho das canções. As duas canções são contempladas por atuações viscerais do vocalista Marcus. Um pouco mais suave em Whispers, mas não menos impactante. A diferença entre as duas é o resultado de suas boas composições: enquanto Babel tem uma pegada bem mais significativa e forte que a quase romântica Whispers In The Dark. Nem sempre "repetição" causa uma brusca queda qualidade. nota
Whispers In The Dark: 8
Babel: 7,5
28 de agosto de 2013
O Sétimo
I Need Your Love (feat. Ellie Goulding)
Calvin Harris
A contagem de singles lançados pelo DJ Calvin Harris do álbum 18 Months chegou ao número sete com o lançamento da parceira com a inglesa Ellie Goulding, I Need Your Love.
A canção é uma mistura entre a batida eletrônica de Calvin com pitadas do indie pop feito por Ellie. Infelizmente, Calvin erra ao não saber misturas as duas sonoridades pesando bem mais para seu lado fazendo mais um dance pop estilizado, mas repetitivo ao extremo. A performance fraca e sem graça da jovem cantora faz com que a boa composição perca bastante do seu impacto emocional. Para piorar a situação, Calvin já lançou o oitavo single. Assim não há quem acompanhe.
nota: 6
Calvin Harris
A contagem de singles lançados pelo DJ Calvin Harris do álbum 18 Months chegou ao número sete com o lançamento da parceira com a inglesa Ellie Goulding, I Need Your Love.
A canção é uma mistura entre a batida eletrônica de Calvin com pitadas do indie pop feito por Ellie. Infelizmente, Calvin erra ao não saber misturas as duas sonoridades pesando bem mais para seu lado fazendo mais um dance pop estilizado, mas repetitivo ao extremo. A performance fraca e sem graça da jovem cantora faz com que a boa composição perca bastante do seu impacto emocional. Para piorar a situação, Calvin já lançou o oitavo single. Assim não há quem acompanhe.
nota: 6
27 de agosto de 2013
Primeira Impressão
Blurred Lines
Robin Thicke
O ano nem acabou é já podemos afirmar que a música Blurred Lines é um dos maiores sucessos do ano, se não o maior. Esse fato fez com que Robin Thicke, depois de mais de dez anos de carreira solo com já cinco álbuns lançados, finalmente adentrasse no mainstream da música pop. Ajudado com o sucesso da canção, o álbum Blurred Lines também está indo bem já que estreou em primeiro lugar da Billboard vendendo 177 mil cópias na primeira semana sendo o maior debut da carreira do cantor. Infelizmente, todo esse sucesso não se refletiu na qualidade do trabalho que podemos considerar como um grande fiasco.
Blurred Lines (o álbum) parece que foi finalizado as pressas para aproveitar o sucesso da canção. Essa sensação começa pelas composições que parecem que foram escritas apenas para encher "linguiça". Além da falta de criatividade sobre o teor que varia de sexo para sexo com amor, a própria construção das canções são de uma qualidade bem pobre tanto nas escolhas gramáticas como nas escolhas "poéticas". O resultado disso tudo é uma espécie de atmosfera de cafetão com playboy que não desce fácil. Thicke ajuda a piorar bastante ao escolher um caminho bem equivocado para a produção vocal do álbum usando a sua voz no limite máximo do seu falsete quase o tempo todo durante todas as faixas. Essa escolha junto com performances que vão de medianas até ruins faz com que Robin se perca completamente deixando uma sensação de falta de direção e pouco planejamento. O principal defeito do álbum é a sua sonoridade: em um ano que o "rival" Justin Timberlake lançou um álbum sensacional consolidando sua carreira, Thicke entrega um álbum perfeitamente sem graça, repetitivo e, que para atrair um público maior, comercializa a sonoridade deixando tudo ainda mais massificado. O álbum se divide entre o R&B moderninho e completamente fraco com uma parte pop tão generica como qualquer outro pop farofa que toca no rádio. Não há momentos de destaque tirando o hit Blurred Lines (por falar na canção, a família do Marvin Gaye abriu um processo contra o cantor alegando plágio) que por sua vez nem é lá essas coisas. Então, dá para imaginar o resto. O álbum de Robin Thicke só reforça a minha antiga teoria: sucesso não é sinonimo de qualidade.
Robin Thicke
O ano nem acabou é já podemos afirmar que a música Blurred Lines é um dos maiores sucessos do ano, se não o maior. Esse fato fez com que Robin Thicke, depois de mais de dez anos de carreira solo com já cinco álbuns lançados, finalmente adentrasse no mainstream da música pop. Ajudado com o sucesso da canção, o álbum Blurred Lines também está indo bem já que estreou em primeiro lugar da Billboard vendendo 177 mil cópias na primeira semana sendo o maior debut da carreira do cantor. Infelizmente, todo esse sucesso não se refletiu na qualidade do trabalho que podemos considerar como um grande fiasco.
Blurred Lines (o álbum) parece que foi finalizado as pressas para aproveitar o sucesso da canção. Essa sensação começa pelas composições que parecem que foram escritas apenas para encher "linguiça". Além da falta de criatividade sobre o teor que varia de sexo para sexo com amor, a própria construção das canções são de uma qualidade bem pobre tanto nas escolhas gramáticas como nas escolhas "poéticas". O resultado disso tudo é uma espécie de atmosfera de cafetão com playboy que não desce fácil. Thicke ajuda a piorar bastante ao escolher um caminho bem equivocado para a produção vocal do álbum usando a sua voz no limite máximo do seu falsete quase o tempo todo durante todas as faixas. Essa escolha junto com performances que vão de medianas até ruins faz com que Robin se perca completamente deixando uma sensação de falta de direção e pouco planejamento. O principal defeito do álbum é a sua sonoridade: em um ano que o "rival" Justin Timberlake lançou um álbum sensacional consolidando sua carreira, Thicke entrega um álbum perfeitamente sem graça, repetitivo e, que para atrair um público maior, comercializa a sonoridade deixando tudo ainda mais massificado. O álbum se divide entre o R&B moderninho e completamente fraco com uma parte pop tão generica como qualquer outro pop farofa que toca no rádio. Não há momentos de destaque tirando o hit Blurred Lines (por falar na canção, a família do Marvin Gaye abriu um processo contra o cantor alegando plágio) que por sua vez nem é lá essas coisas. Então, dá para imaginar o resto. O álbum de Robin Thicke só reforça a minha antiga teoria: sucesso não é sinonimo de qualidade.
A Canção Errada Na Hora Errada
Give It 2 U (Feat. Kendrick Lamar)
Robin Thicke
A canção que sucede como single um grande sucesso precisa ser muito bem escolhida se não pode ser um grande tiro no pé. Esse é o caso de Give It 2 U do cantor Robin Thicke que foi escolhida para suceder o mega hit Blurred Lines.
A canção tinha tudo para dar certo já que conta com a produção de Dr. Luke e Cirkut e participação do
rapper Kendrick Lamar. Contudo, Give It 2 U é um erro do começo ao fim. Bem diferente do soul da sua antecessora o novo single é um dance pop como pitadas de hip hop que não mostra nada de diferente que qualquer canção pop da atualidade. Só que para piorar Give It 2 U é tão genérica que poderia de qualquer cantor desde o Justin Bieber até o Enrique Iglesias. Os vocais de Robin estão completamente deslocados em relação a canção e a presença de Lamar ajuda a agravar essa sensação de estranheza: como um rapper tão classudo se presta a fazer uma participação em uma canção tão ruim? Mistério. A canção pode até ser sucesso, mas vai precisar ralar muito para conseguir tal feito.
nota: 4,5
Robin Thicke
A canção que sucede como single um grande sucesso precisa ser muito bem escolhida se não pode ser um grande tiro no pé. Esse é o caso de Give It 2 U do cantor Robin Thicke que foi escolhida para suceder o mega hit Blurred Lines.
A canção tinha tudo para dar certo já que conta com a produção de Dr. Luke e Cirkut e participação do
rapper Kendrick Lamar. Contudo, Give It 2 U é um erro do começo ao fim. Bem diferente do soul da sua antecessora o novo single é um dance pop como pitadas de hip hop que não mostra nada de diferente que qualquer canção pop da atualidade. Só que para piorar Give It 2 U é tão genérica que poderia de qualquer cantor desde o Justin Bieber até o Enrique Iglesias. Os vocais de Robin estão completamente deslocados em relação a canção e a presença de Lamar ajuda a agravar essa sensação de estranheza: como um rapper tão classudo se presta a fazer uma participação em uma canção tão ruim? Mistério. A canção pode até ser sucesso, mas vai precisar ralar muito para conseguir tal feito.
nota: 4,5
26 de agosto de 2013
Um Dueto Para Esquecer
Everything Has Changed (featuring Ed Sheeran)
Taylor Swift
Mesmo sendo um dos melhores momentos do álbum RED, Everything Has Changed é uma canção chata
para caramba e dispensável.
A principal qualidade da canção é sua boa produção que dá para Taylor uma cara mais indie pop requintada. Pena que a qualidade instrumental é perdida pelo fato de esteticamente a canção é bem chata sendo uma história boba de amor contada em uma composição piegas. A participação burocrática de Ed Sheeran (casinho da cantora) e a performance sem graça da própria artista não ajudam muito a canção que resulta em canção sem brilho. Para esquecer depois de cinco minutos de ter ouvido.
nota: 5,5
Taylor Swift
Mesmo sendo um dos melhores momentos do álbum RED, Everything Has Changed é uma canção chata
para caramba e dispensável.
A principal qualidade da canção é sua boa produção que dá para Taylor uma cara mais indie pop requintada. Pena que a qualidade instrumental é perdida pelo fato de esteticamente a canção é bem chata sendo uma história boba de amor contada em uma composição piegas. A participação burocrática de Ed Sheeran (casinho da cantora) e a performance sem graça da própria artista não ajudam muito a canção que resulta em canção sem brilho. Para esquecer depois de cinco minutos de ter ouvido.
nota: 5,5
25 de agosto de 2013
Primeira Impressão
The Gifted
Wale
Fechando a semana hip hop tem o rapper Wale que lançou seu terceiro álbum intitulado The Gifted que estreou em primeiro lugar na Billboard.
Wale consegue, mesmo que longe da perfeição, uma mistura bem legal entre o hip hop mais clássico com pitadas de soul music. Sem muitos arrombos criativos, The Gifted é conduzido de maneira mais que correta durante seus longos oitenta minutos de duração sem altos, mas também sem baixos. As composições são boas, principalmente, quando ele toca em assuntos mais pessoais e podemos ver o homem além do rapper. Como disse antes não há exatamente momentos geniais, mas Wale segura bem em suas boas performances e alguns convidas se destacam como Ne-Yo e Rick Ross na boa Tired of Dreaming e Rihanna no remix da canção Bad. Então, é basicamente isso pessoal! Até a próxima semana hip hop!
Wale
Fechando a semana hip hop tem o rapper Wale que lançou seu terceiro álbum intitulado The Gifted que estreou em primeiro lugar na Billboard.
Wale consegue, mesmo que longe da perfeição, uma mistura bem legal entre o hip hop mais clássico com pitadas de soul music. Sem muitos arrombos criativos, The Gifted é conduzido de maneira mais que correta durante seus longos oitenta minutos de duração sem altos, mas também sem baixos. As composições são boas, principalmente, quando ele toca em assuntos mais pessoais e podemos ver o homem além do rapper. Como disse antes não há exatamente momentos geniais, mas Wale segura bem em suas boas performances e alguns convidas se destacam como Ne-Yo e Rick Ross na boa Tired of Dreaming e Rihanna no remix da canção Bad. Então, é basicamente isso pessoal! Até a próxima semana hip hop!
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