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28 de abril de 2020

The New Life of Ms. Kelly

Coffee
Kelly Rowland

Sempre defendi que a Kelly Rowland era uma artista tão talentosa como a sua "prima" Beyoncé, mas que, infelizmente, não teve o mesmo reconhecimento e as mesas possibilidades de explorar o seu oficio. Dito isso, a cantora está preparando um novo álbum, lançando como primeiro single a canção Coffee. Ao que parece, a canção marca um novo começo para a carreira da cantora.

Ao que parece, a nova era da cantora será a sua Lemonade, pois, além de ser a sua exaltação a sua negritude, é uma mudança sentida na sua sonoridade. A canção é uma muito bem produzida mid-tempo R&B/pop com uma batida minimalista e sensual. Equilibrada do começo ao fim, Coffee erra ao soar mais como parte de algo maior dentro de um contexto do que um single que funciona sozinho. Isso não tira o brilho do fato da Kelly estar claramente buscando uma evolução sonora. Além disso, a letra sexy sem ser vulgar e performance contida e envolvente ajudam a dar mais personalidade para Coffee. Espero de verdade que essa seja uma reviravolta na carreira da Kelly Rowland para alcançar um posto legitimo.
nota: 7,5

7 de dezembro de 2018

Kelly Na Onda

Kelly
Kelly Rowland

Kelly Rowland sempre prezou em se distancia do trabalho que fez no Destiny's Child e, principalmente, da "prima" Beyoncé na hora de decidir os caminhos da sua carreira solo. Nunca alcançou um sucesso avassalador, mas sempre manteve acima da média em todos os trabalhos. Eis que chega 2018 e a cantora prepara para lançar o seu quinto álbum, revelando o primeiro single do trabalho: intitulado Kelly, a canção parece querer quebrar essa constância.

Provável primeiro single do seu próximo álbum, a canção é uma mistura de trap music e electropop que lembra bastante o caminho que a Beyoncé fez no último trabalho ao lado do marido Jay Z em EVERYTHING IS LOVE. É interessante, pois mostra um lado que a cantora não tinha mostrado até agora. Entretanto, a semelhança com os trabalhos da "prima" e a produção pouco inspirada é um leve banho de água fria para quem esperava mais. Além disso, Kelly evoca a negritude da cantora ao se auto elogiar várias vezes, lembrando os temas recorrentes nas canções de Beyoncé. Felizmente, a composição é bem legal e cheia de bons versos que dá uma elevada no resultado final. O melhor da canção é a iluminada e divertida de Kelly, carregando a canção plenamente. Kelly pode até sem necessidade entrar na onda, mas consegue entregar algo acima da média. 
nota: 7

31 de maio de 2013

Os Fantasmas do Passado de Kelly

Dirty Laundry
Kelly Rowland


Todos que acompanham a trajetória da Kelly Rowland sabem qual é o motivo da carreira dela nunca deslanchou de verdade: Beyoncé. Não importa como tudo foi orquestrado nas carreiras solos delas, principalmente bem no começo, o que interessa é que essa dinâmica afetou muito Kelly que sempre foi deixada de lado a fazendo uma artista de "segundo escalão". O que ninguém sabia até hoje era como são os sentimentos de Kelly em relação a todo isso. Até hoje, já que em Dirty Laundry Kelly abre o coração e entrega uma canção estupenda ao falar sem medo de expor sentimentos densos e multifacetados. Ainda mais se levarmos em conta que estamos diante de uma artista inserida em uma indústria que vive de
aparências e quanto mais bela a fachada é, melhor.

Segundo single do próximo álbum de Kelly, Talk a Good Game, Dirty Laundry é um desabafo sobre o que parece ter sido o pior período da vida dela: logo após o sucesso inicial da carreira solo da Beyoncé com ela tentando lidar em ser a "sombra" da irmã. Kelly fala abertamente da sensação de ser preterida e tentar lidar com a mistura de sentimentos estando feliz pelas conquistas da "irmã" e ao mesmo tempo inveja pelas mesmas conquistas. Contudo, como se diz aqui no interior: o buraco é bem mais embaixo. Dirty Laundry também é sobre um relacionamento abusivo que ela vivenciou na mesma época e como isso afetou sua vida, em especial sua relação com a Beyoncé. Fica claro que Kelly sofreu abusos psicológicos e físicos do namorado da época (especulações falam do ex-jogador de futebol americano Roy Williams, mas ele nega). Muito dos problemas emocionais que Kelly passou em relação a gangorra emocional com Bey foi devido a esses abusos emocionais do namorado (ela afirma que ele dizia que ninguém a amava, principalmente a "irmã") combinado com os físicos gerou uma bomba que poderia ter destruído a vida de Kelly, mas ela conseguiu superar e, eu acredito que Dirty Laundry, é a coroação dessa volta por cima.

Como escrevi antes, só da coragem de Kelly em fazer e lançar uma canção tão pessoa já é motivo de admiração, mas Dirty Laundry não se apóia em um desabafo. Com a carga emocional mais que presente, a composição se mostra um trabalho técnico sensacional sabendo unir toda essa força com uma construção primorosa e escolhas simples e poderosas para expressar exatamente sentimentos tão duros e íntimos. A produção do The-Dream é inspirada: um down-tempo R&B com uma batida crua que sem mostra perfeita para criar uma atmosfera intimista, mas sem perder a qualidade instrumental com um belo piano ao fundo. A performance de Kelly é magistral sempre contida, mas com uma carga emocional que podemos sentir em cada modulação. Com Dirty Laundry, Kelly teve que voltar ao inicio da carreira solo tanto musicalmente, quanto pessoalmente para fazer a melhor música da sua carreira.
nota: 8,5

24 de abril de 2013

Um Beijo de Leve

Kisses Down Low
Kelly Rowland


Enquanto se cria toda uma expectativa em torno do lançamento do álbum da Beyoncé, Kelly Rowland vai trabalho em seu álbum Talk a Good Game quase em surdina. E não ajudou nada o desempenho e a
qualidade do segundo single Kisses Down Low.

O single tem uma produção correta fazendo um R&B mid-tempo com toques de eletropop redondinho, mas que peca demais por não ir além disso. Toda a estrutura da canção é batida e não representa o que a Kelly é capaz de entregar ao "colocar" nas mãos dela uma produção mais corajosa. Até mesmo a composição falando sobre sexo oral sem nenhuma metáfora parece deslocada já que se não é vulgar, também não é realmente divertida. Nem mesmo Kelly está inspirada fazendo uma performance segura e bem "arroz com feijão". Esperamos um "beijão de língua" e não um "selinho", querida Kelly!
nota: 6

28 de novembro de 2012

O Raio Que Não Caiu no Mesmo Lugar Duas Vezes

Ice (feat. Lil Wayne)
Kelly Rowland

Com o desempenho médio do álbum Here I Am impulsionado pelo bom desempenho do single Motivation, a Kelly Rowland viu sua carreira ir de morta e quase enterrada para morta viva. Agora ela quer continuar operando o milagre e pretende lançar o álbum Year of the Woman em algum momento nesse ano ou no próximo e como primeiro single foi lançada a canção Ice.

Basicamente, a canção é uma continuação de Motivation. Se não já fosse o suficiente ter novamente a presença do rapper Lil' Wayne para ter a sensação de déjà vu, Ice segue a mesma estrutura com "verso/refrão/rapper/refrão/verso/refrão", a mesma temática usando metáforas para falar sobre sexo de uma maneira mais cool e o mesmo estilo mid-tempo R&B com toques de pop e hip hop. Porém, há uma qualidade nova na canção: o fato do rapper do Wayne ser o ponto alto. A canção mantém a químíca entre o rapper e a cantora, mas Kelly fica um pouco apagada tirando força da canção. O ponto fraco é que a canção não colou nos Estados Unidos onde alcançou um péssimo 100° na Billboard. Sendo assim acho que não vamos ter uma terceira parte da parceria.
nota: 6,5

1 de dezembro de 2011

A Terra das Flopadas

Down For Whatever (feat. The WAV.s)
Kelly Rowland


Wet
Try with Me
Nicole Scherzinger

Você que está aí toda flopada que nem se pagando para tocar sua música, ainda existe um lugar onde você ser hit. E hit dos grandes. É um lugar onde os sonhos de cantoras flopadas firam realidade. Esse lugar é a Inglaterra. Sim, a terra da Rainha é aonde o flop vira sucesso. E quem descobriu isso foi duas americanas com histórias basicamente parecidas que acabaram descobrindo essa terra das Maravilhas. Começamos com a Kelly Rowland.

Mesmo acalnçando certo sucesso da sua terra natal com Motivation, Kelly achou na Inglaterra sua nova casa. Depois de fazer sucesso com Commander e começar a virar figurinha fácil por lá, ele virou jurada/mentora do The X Factor UK(não sei como, pois não vejo a versão inglesa) e está causando por lá. E como sexto single (contando com as faixas que não entraram na versão americana) do álbum Here I Am foi lançada a canção Down For Whatever que já é 6° nas paradas inglesas.

Produzida por RedOne e o grupo de produtores The WAV.s, a canção é uma das melhores do álbum. Primeiro, prova que mesmo a Kelly seguindo essa onda de eletropop farofa ela consegue manter seu tom de voz o mais natural possível. E isso consegue dar a canção personalidade. A produção, mesmo que genérica na sua criação, consegue um resultado acima da média. A letra é o único problema. Mesmo com bom refrão, a composição é fraca e sem muita criatividade.


A outra que descobriu essa terra de esperança foi Nicole Scherzinger que seguiu passos parecidos da Kelly. Depois de ganhar destaque no The X Factor UK como jurada convidada e fazer algumas apresentações, ela virou a jurada da versão americana. Porém, é por lá que ainda está no topo das paradas. Primeiro com a canção Wet.

Quarto single do álbum Killer Love, Wet é despudoradamente divertida. Nicole não tem o menor pudor de dizer um letra tão "safadinha" como a de Wet:

Se você me tocar lá
Por favor, saiba que vou começar um incêndio
Não ligo se você me levar pra casa
E me jogar no chuveiro

Apesar do nível não ser lá muito alto, a canção consegue divertir pela falta de "classe". Bom trabalho vocal dela combinado com uma produção bem feitinha de StarGate e Sandy Vee. Faltou uma pegada mais forte em alguns momentos chaves para conseguir fazer a canção se destacar.

Já o ultimo single lançado por ela, Try with Me, segue uma linha mais interessante. Começa como uma balada acompanhada por um piano numa linha mais R&B onde Nicole entrega uma performance cheia de sentimentos. Logo no final do refrão a canção dá um pulo e vira um dance-pop até inspirado, mas que quebra um pouco da atmosfera inicial. Não é exatamente um trabalho genial, contudo mostra que Nicole pode mostrar mais. Então, acho que tem algumas cantoras que podiam se mudar para  a Inglaterra para ver se volta a fazer sucesso, né?

nota
Down For Whatever: 7
Wet: 6,5
Try with Me: 6,5

1 de agosto de 2011

A Versão Feminina do Usher

Lay It On Me (feat. Big Sean)
Kelly Rowland

O terceiro single do Here I Am é a canção Lay It On Me. O single não é exatamente ruim, mas nem de longe parece uma música que a Kelly Rowland entregaria. Parece uma versão feminina do Usher.

Lay It On Me é um R&B/pop  médio que emoldura o fator comercial da nova sonoridade do Usher, mas que esquece quem canta é a Kelly. Apesar de estar perdida no meio da canção, ela parece sexy e entrega um desempenho acima da média, como sempre. A composição até tem um refrão bem costurado, mas é fraco assim com a participação do rapper Big Sean que não traz nada de indispensável para a canção. É um Usher divertidinho. Mas para Kelly é frustrante.
nota: 6

31 de março de 2011

Resta Rezar

Motivation (Feat. Lil' Wayne)
Kelly Rowland

É chegada a hora que o terceiro álbum da Kelly Rowland só decola com reza. Muita reza. De várias religiões e crenças. Não podemos dizer que a Kelly não tinha material de qualidade ou muito menos que não tentou. E ela vai continuar, mesmo que tenha que começar do zero. Para isso ela lançou o single Motivation.

A canção, ao que parece, será o reinício dos trabalhos de divulgação do álbum (ainda sem nome) no mercado americano. Com o featuring do rapper Lil' Wayne, Motivation é até agora a mais fraca das músicas lançadas pela Kelly nessa nova fase da sua carreira. Não sei se tem muito apelo comercial para fazer sucesso no concorrido mercado americano. Mesmo assim, a música tem suas qualidades. Uma mistura de hip hop com eletropop bem elaborado com uma batida diferente sendo mais cadenciada e sexy. E essa segunda qualidade é o seu principal assunto. Kelly narra com "metáforas" o ato sexual. A composição fica no meio do caminho entre o vulgar e o divertido. Anda em uma linha fina, mas não escorrega. Kelly está correta, mas muito longe do potencial de sua voz. Já Lil' Wayne não atrapalha nem ajuda. Quase dispensável. Então, não há muito que se possa fazer para ela decolar de vez. Eu já estou rezando já faz um tempão. Só Deus para ajudar.
nota: 6,5

1 de dezembro de 2010

A Hora do Milagre

Forever and a Day
Kelly Rowland

Se existe uma boa hora para milagres acontecerem,essa é a hora.Além de tantos problemas que o mundo enfrenta,a Kelly Rowland poderia ser sucesso.Preparando para lançar seu terceiro álbum solo no começo do ano que vem,a ex-Destiny's Child já lançou quatro singles sem nenhum alcançar o destaque que merece.Tirando Commander que teve certo destaque na Europa,os outros três floparam seja nos Estados Unidos quanto no resto do mundo.E infelizmente esse deve ser o destino do quarto single Forever and a Day.
Novamente produzida por David Guetta,Kelly entrega um dance pop eficiente e com potencial de single que eu não entendo como as pessoas não conseguem absorver e preferem coisas bem abaixo de decente.E olha que não é a melhor que ela lançou nessa nova fase.O principal erro aqui se encontra nos vocais.Kelly transita entre o ótimo nos versos quando entrega uma performance simples e natural e o exagerado quando no refrão(e algumas partes depois) grita deixando a canção um pouco arrastada.Isso não atrapalha o andamento de Forever and a Day que se destaque por ser um dance pop romântico que consegue juntar essas duas características muito bem.O arranjo consegue captar o ramantismo da letra com uma batida mais suave e cadenciada e mistura com o toque eletrônico mais delicado sem perder o fator dançante.Então,quem sabe se a gente pedir para o Papai Noel um mega hit para Kelly no quem vem?Seria o milagre de Natal!.
nota:7,5

1 de agosto de 2010

2 por 1-Kelly Rowland

Rose Colored Glasses
Grown Woman
Kelly Rowland


Ao que vai se mostrando o novo álbum da Kelly Rowland promete ser um grande CD.Apesar do adiamento de uma semana do seu lançamento(agora é dia 2 de Novembro),Kelly vem trabalhando duro ao lado de vários nomes para construir algo comercial e ao mesmo tempo leve a sua marca.Depois do ótimo recebimento pela critica e o bom desempenho comercial de Commander,ela lança mais dois singles:Rose Colored Glasses para o mercado internacional e para as rádios americanas e Grown Woman para o mercado digital e R&B.
Rose Colored Glasses é um surpreendente e ótimo R&B que mistura pop/eletrônico com tema ousado e forte.A batida cadenciada e com uma pegada mais dark é com certeza a melhor produção de Dr. Luke.É difícil não viciar em pouco tempo.Mas apesar disso,não é por isso que a música é tão boa.Escrita por Ester Dean,Rose Colored Glasses fala de forma madura,pop e pela visão feminina sobre a cobrança de manter o amor vivo entre um casal mesmo quando a realidade tudo é um verdadeiro inferno.Fazendo um parâmetro na vida real,a música toca por tabela na violência domestica física e/ou psicológica que cada vez mais encontra espaço na sociedade moderna onde a mulher ainda vista em muitos casos como a culpada.Aqui ela se liberta e tenta mostrar a verdadeira imagem do que era o relacionamento.Emoldurando tudo isso está a voz de Kelly que consegue passar a emoção necessária e ao mesmo tempo ser radiofônica.Queria muito que Rose Colored Glasses fizesse muito sucesso para mostrar que o pop não é só garotas californianas e porres de vodka.O pop pode ser inteligente.

Já em Grown Woman,Kelly volta as origens e faz um R&B mais tradicional.Mesmo não sendo tão boa como Rose Colored Glasses,a música mantém o nível alto e entrega uma música que pode ser mais bem aceita nas rádios.
Grown Woman segue no caminho já conhecido de músicas como Take a Bow e Irreplaceable:uma R&B mid-tempo com base de violão e letra que enaltece o poder feminino.Não é por menos que a música tem essas semelhanças.Ela foi escrita por Ne-Yo e produzida pela dupla Stargate que juntos fizeram Take a Bow e Irreplaceable.Mas Grown Woman tem personalidade própria devido a sua interprete.Kelly consegue se impor sem precisar forçar demais ou de menos.A letra é bem acima da média numa mistura divertida de The Boy is Mine e Big Girls Don't Cry.É esperar para ver se todo esse trabalho vai render bons frutos.Espero que sim.
nota
Rose Colored Glasses:8
Grown Woman:7,5

30 de maio de 2010

Ou Vai Ou Racha

Commander(feat.David Guetta)
Kelly Rowland



Basicamente esse é o momento da Kelly Rowland abrir as asas e ocupar seu lugar devido no mundo da música como cantora solo.Depois de sair da gravadora e não ter mais Mathew Knowles como empresário,Kelly começou a pavimentar novos rumos para a carreira se dedicando ao mercado internacional com alguns featuring com artistas de outros países.O mais importantes deles foi When Love Takes Over ao lado do DJ e produtor francês,David Guetta.Sucesso internacional,a música levou um Grammy e abriu as portas para Kelly no mercado internacional novamente depois de Dilemma com o rapper Nelly.Mas então,Kelly era apenas a co-star da música.Em When Love Takes Over ela foi posta com a estrela brilhando sozinha nos vocais.
Sabiamente para guiar a nova empreitada,Kelly vai trabalhar ao lado de David para produzir seu terceiro álbum(além de vários produtores platinados).E dessa parceria resultou o primeiro single intitulado Commader.Sem fugir nenhum milímetro do estilo de When Love Takes Over,a música é acerto do começo ao fim.Mostrando que está no auge do seu talento,David produz uma música extremamente dançante,estilosa e sem copiar ninguém.Pronta para tocar em qualquer boate do mundo,a música tem uma batida que mistura em proporções iguais o pop e o eletrônico que dá a música um poder radiofônico incrível.Sem precisar de um refrão viciante,Rico Love escreve uma letra divertida,meio clichê,mas que acerta no tema "dancing queen".O palco está pronto para a Kelly brilhar nos vocais que é uma das mais poderosas nesse estilo de música.Esse é o exato momento para Kelly brilhar de vez e sair da sombra "daquela que fazia parte do grupo da Beyoncé",e virar apenas Kelly Rowland.
nota:8

12 de setembro de 2008

Falta um Tantinho Assim

Broken
Kelly Rowland

Vinda do grupo Destiny's Child,Kelly Rowland também é uma vitima da maldição "A Sombra de Beyoncé".Mas com um grua diferente.Em 2003 seu primeiro cd solo teve o mega hit Dilemma com o cantor Nelly.Em 2007 ela lançou o segundo CD intitulado Ms. Kelly é ate agora apenas o primeiro single Like This feat.Eve teve uma recepção mediana.O problema não é qualidade e sim o que sobra em Beyoncé:markenting.Como mostra o single europeu do relançamento do Ms. Kelly.
A musica é uma balada com um bonito arranjo,vocais simples porem eficientes e bonitos e letra bem escrita.O que falta é o apelo comercial de uma Irreplaceable e é claro aquele "não sei o que" empreguinado na Beyoncé que a deixa um grau acima do resto das cantoras.Agora você define o que é esse elemento:talento nato ou super markenting.
nota:7