Noah Cyrus
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4 de dezembro de 2020
5 de abril de 2020
Surpresas
I Got So High That I Saw Jesus
Noah Cyrus
Noah Cyrus
Alguém ainda se lembra da Noah Cyrus, irmã da Miley? Depois do seu começo da carreira musical lá meados de 2016, a cantora sumiu completamente do meu radar nesses últimos anos. Nenhum lançamento de um dos seus singles realmente chamou a minha atenção. Então, corta para 2020 e eis que esbarro com o seu single I Got So High That I Saw Jesus. E qual é a minha surpresa? A canção é excepcional.
Não sei qual foi a trajetória da cantora nos últimos até chegar aqui, mas I Got So High That I Saw Jesus é uma surpreendente country pop/folk que mostra uma maturidade impressionante. A canção consegue juntar de forma impressionante uma atmosfera mais tradicional com a sua produção old fashion sem soar datada com uma pegada modernosa devido a sua composição ousada. Misturando citações bíblicas com uma mensagem sobre o aquecimento global e o fim do mundo, Noah mostra ser uma artista bem mais interessante do que se pode imaginar. Além disso, a cantora entrega uma performance sólida, emocional e de uma beleza simples que ajuda I Got So High That I Saw Jesus elevar o seu resultado final. E apesar de toda a situação que vivemos, uma surpresa como essa é algo muito bem vindo.
nota: 8,5
Não sei qual foi a trajetória da cantora nos últimos até chegar aqui, mas I Got So High That I Saw Jesus é uma surpreendente country pop/folk que mostra uma maturidade impressionante. A canção consegue juntar de forma impressionante uma atmosfera mais tradicional com a sua produção old fashion sem soar datada com uma pegada modernosa devido a sua composição ousada. Misturando citações bíblicas com uma mensagem sobre o aquecimento global e o fim do mundo, Noah mostra ser uma artista bem mais interessante do que se pode imaginar. Além disso, a cantora entrega uma performance sólida, emocional e de uma beleza simples que ajuda I Got So High That I Saw Jesus elevar o seu resultado final. E apesar de toda a situação que vivemos, uma surpresa como essa é algo muito bem vindo.
nota: 8,5
17 de junho de 2017
Síndrome de Solange
Stay Together
Noah Cyrus
Noah Cyrus
A irmã mais nova da Miley Cyrus sofre da mesma síndrome que a irmã mais nova da Beyoncé: no momento em que resolveram sair de vez da sobra da irmã mais velha e famosa, Noah Cyrus e a Solange escolheram o melhor momento artístico de suas respectivas irmãs para mostraram para o que vieram. Mesmo assim, Noah vai mostrado que tem a capacidade de fazer o que Solange fez recentemente ao disputar com vigor o seu lugar ao sol. Um bom exemplo disso é o segundo single da sua recente carreira, a boa Stay Together.
A canção é uma divertida e descolada "feel good" sobre poder aproveitar a vida antes que ela acabe. é um tema batido e nada criativo, mas o resultado aqui é muito bem feitinho ao ser exatamente o que o tema passa: divertida, despretensiosa e cool. Nada exatamente sensacional, mas com uma personalidade que a irmã não tinha no mesmo estágio da carreira. Por falar em personalidade, Stay Together continua a pavimentar a construção da identidade artística de Noah de uma forma que a distancie de qualquer comparação com Miley em qualquer momento da carreira ao entrar um pop/dream pop misturado com rock pop, emoldurado em uma atmosfera meio pop punk/indie em resultado inusitado. E se o ano passado foi o anos das Knowles, esse seria o ano das Cyrus?
nota: 7
1 de dezembro de 2016
A Esperança Cyrus
Make Me (Cry) [feat. Labrinth]
Noah Cyrus
Noah Cyrus
Sendo bem sincero: eu não gosto da Miley Cyrus. Não estou falando da pessoa, mas, sim, da artista que a jovem se tornou. Não gostei e, caso ela continue exatamente na mesma toada, não vou gostar no futuro. Contudo, não posso negar que a jovem é talentosa, apenas falta achar um caminho melhor. O que pode está acontecendo com a sua irmã mais nova, pois Noah Cyrus acabou de lançar o seu primeiro single.
Com apenas dezesseis anos de idade, Noah não é exatamente uma novata no mundo artístico já que conta com participações em algumas séries e dublagens de filme. Apesar disso, Noah Cyrus sempre esteve na sombra do sucesso da irmã mais velha e, apenas esse ano, tem a oportunidade de começar uma carreira depois de assinar um contrato com uma gravadora. O primeiro fruto desse trabalho é a canção Make Me (Cry) e, para a minha surpresa, o resultado é muito melhor que eu estava imaginando. Na verdade, a qualidade da canção é bem superior a todo o último álbum de Miley, principalmente em questão de personalidade.
O fato é que Make Me (Cry) consegue ser tudo o que Miley tentou fazer no sua nova fase da carreira: um pop/eletropop/R&B indie que foge do lugar comum desse tipo de gênero. A jovem cantora não poderia ter em mãos uma melhor canção para começar a sua carreira, pois Make Me (Cry) é cheia de decisões acertadas do começo ao fim que apenas auxilia a qualidade final. Primeiro, a construção do arranjo e as suas dezenas de nuances em formas de pequenas surpresas sonoras dão corpo e cara para a canção, mesmo que algumas dessas decisões não soam tão boas como poderia ser. Outro grande acerto é sua boa composição que revela uma maturidade inesperada e bem vinda ao falar sobre tentar manter um relacionamento, lutando contra todas as falhas do outros. Make Me (Cry) tem, contudo, na decisão de fazer Noah dividir os vocais com o cantor inglês Labrinth a sua melhor qualidade: os dois cantores têm uma química que funciona de maneira interessante devido a diferenças de vozes entre os dois. Em relação ao talento vocal de Noah, acredito que a jovem ainda irá crescer e a semelhança dela com a irmã irá diminuir. Todavia, a cantora entrega uma boa performance em Make Me (Cry). Ainda é bem cedo para dizer qual será o futuro de Noah Cyrus. O fato é que esse inicio traz esperança concreta para o futuro do clã Cyrus.
nota: 7,5
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