4 de maio de 2011

A Evolução da RiRi

California King Bed
Rihanna

Não gostava da Rihanna. Não era apenas o fato dela no começo da carreira querer ser a "próxima" Beyoncé. Ou muito menos das músicas sempre irregulares que lançava até mesmo em Good Girl Gone Bad, o seu momento de reviravolta na carreira com o sucesso de Umbrella. O que me irritava nela era suas apresentações ao vivo. Rihanna era péssima. Nunca conseguiu manter uma nota e sua voz parecia fraquinha e desmilinguida. Mas isso tudo mudou. Rihanna cresceu. Sua sonoridade evoluiu e encontrou um ponto de equilibro entre a artista pop e a verdadeira Rihanna. Mas a minha impressão sobre ela não iria mudar se ela não tivesse crescido como cantora. E isso ela fez. E muito.

Desde a surpreende Russian Roulette, a evolução vocal da jovem é nítida a olhos menos treinados. Mas a grande da mudança de Rihanna são seus "lives". Mais segura, ela mostra domínio da voz e consegue carregar sem maiores problemas qualquer música das mais dançantes até as baladonas. Mesmo que ainda não seja (e talvez nunca seja) a perfeição, Rihanna está no seu melhor momento vocal e mostra querem melhorar essa parte cada vez mais. E é com muito orgulho que posso afirmar que é quinto single do álbum LOUD é a melhor performance vocal da carreira de Rihanna. E mais que isso, uma das melhores do pop nos últimos anos.

Em California King Bed ela mostra seu lado mais pop rock romântico, gênero tão em falta hoje em dia. A canção seria a sua "I Will Always Love You" ou a sua "Vision of Love" e não duvido muito que quando esse post for publicado ela possa estar no topo da parada Billboard ou muito perto disso. California King Bed tem todas as qualidade de virar o "love hit" do ano. Começa com Rihanna simplesmente arrasando nos vocais. Ela alcança notas altíssimas com facilidade, mas não esquece dos momentos mais delicados e calmos. Ambos com o mesmo brilhantismo. Com produção da dupla The Runners, o arranjo é um ótimo trabalho mesclando com perfeição o lado mais doce da canção com o mais dramático. A guitarra que permea todo o arranjo é um achado genial. Mesmo sendo uma canção romântica em sua essência, California King Bed é uma canção sobre separação. Ou que leva a ela. RiRi canta "que mesmo dormindo ao lado do amor da sua vida todos os dias, ela se sente como se estivesse a milhas e mais milhas de distância um do outro". Tema ousado para uma canção de amor, ainda mais com tantas metáforas diferentes. California King Bed quase cai no brega. Mas com as pontas bem amarradas e com RiRi entrando no hall das grandes cantoras, California King Bed se torna uma das melhores músicas do ano. Quem iria imaginar eu falando isso da Rihanna? Mas essa é a vida: sempre evoluindo, sempre mudando.
nota:8,5

3 de maio de 2011

As Cinco Piores Vozes Femininas da Atualidade

Até agora eu fiz três listas citando as melhores vozes da atualidade. E nada mais justo que fazer uma citando as piores vozes femininas da atualidade. Quero deixar bem claro que essa lista não tem nada haver com as músicas em estúdio delas ou com eu gostar das músicas delas. A lista é para fazer o raking das piores vozes. Elas fazendo o seu principal oficio: cantar. Eis aqui as cinco pores vozes femininas da atualidade.

5° Katy Perry

Gosto muito da Katy. Fato. Gosto muito das músicas de Teenage Dream. Fato. Gosto da voz da Katy. Fato. Gosto do estilo da Katy. Fato. Mas nem por isso vou fechar meus olhos para o fato que ela cantando ao vivo é uma montanha russa cheia de altos e baixos. E os baixos são bem baixos. Veja em algumas apresentações de Firework. Katy desafina nas partes altas e quase destrói a música. Há bons momentos dela e parece que ela está crescendo e ganhando maturidade. Mesmo assim o quinto lugar ainda é merecido.

4° Avril Lavigne

Avril nunca foi uma boa cantora. Sua voz fininha e sem grandes rompantes sempre se mostrou fraca em apresentações ao vivo. Muitas vezes era difícil de ouvir ela cantar de tantas notas erradas. Mas depois de algum tempo ela pareceu crescer. Em Under My Skin vimos uma Avril mais madura e pronta para se tornar uma cantora de verdade. O tempo passou e nada aconteceu. Nada de bom. Nos últimos tempos ela vem mostrando uma histeria ao cantar que quase medo até mesmo nas versões em estúdio. E quando não grita como uma louca, sua voz parece a mesma de quando começou: fininha e chatinha. Cadê a mulher Avril? Cadê a cantora?

3° Cheryl Cole

Tem uma expressão em inglês que traduzida seria mais ou menos assim: eu consigo segurar uma nota. E isso que a inglesa Cheryl Cole faz, segura uma nota. E só. Sua voz não tem nada de especial, é normal como de qualquer outra inglesa que sabe "segurar uma nota". Se em músicas como Parachute ou Fight For This Love ela segura bem, já que as duas canções são pop rasteiro e normal, não se pode dizer de baladas mais elaboradas. Cheryl está muito além de apenas crescer como cantora para melhorar. Ela precisa de uma nova voz.

2° Britney Spears

Chocados com a Britoca em segundo lugar? Pois vocês pensaram que ela estaria em primeiro lugar, né? Mas vamos aos fatos: Britney nem sempre foi uma péssima cantora. No começo da carreira (e lá na infância) ela tinha uma boa voz. Veja vídeos dela cantando ao vivo e você verá. Mas o tempo passou, ela virou estrala e a voz foi para o espaço. Se nos tempos de glória suprema ela tinha voz normal e abusa do playback em apresentações, hoje sua voz parece feita a partir de um computador. Qualquer um poderia estar cantado e depois na finalização virar a voz da Britney. Até eu. Mas o que deixa ela nessa posição são dois motivos:

1° Ela nunca canta ao vivo já faz um 200 anos (isso todos já sabem);

2° O mais importante e significativo: ela nunca mais fez uma balada estilo Everytime. Não há como usar auto tune nesse tipo de música sem se transformar em uma bomba musical.

Essa é a comprovação do fundo do poço que a voz da Britoca chegou.

1° Ke$ha

Ke$ha não é uma cantora. Nem sei o que posso chamar a voz dela. Sem o auto tune não é a Ke$ha. E a Ke$ha sem auto tune não é ninguém. E sem uma cantora só consegue ser quem é por causa de um efeito de computador, então ela nem dever ser chamada de cantora. Seria ofender Adele, Mary J. Blige, Mariah Carey, Christina Aguilera, Whitney Houston, Tina Turner......

2 de maio de 2011

Entre a Cruz e Espada

Judas
Lady GaGa

Minha humilde função como "crítico" de música é sempre dar meu parecer sobre qualquer música que eu venha a resenhar. Eu tento ir além dos meus gostos pessoais, meus preconceitos sobre qualquer artista, estilo ou música. Tento sempre dar um "parecer" que ao meu ver é justo e verdadeiro. Já dei notas altas para músicas que já deletei de meu computador. Já dei notas baixas para músicas que ouço. Mas sempre tive uma opinião concreta para passar aqui no blog. Mesmo meu lado "fã" gostando da música, sempre ouvi meu lado crítico e coloquei cada palavra aqui. E essa voz sempre teve apenas uma voz. Até agora.

Esse parágrafo de introdução foi para explicar o motivo de essa resenha ser tão diferente de todas até aqui. Pela primeira vez, não tenho uma opinião única sobre uma música. Nem meu lado crítico ou meu lado fã pode definir o que eu acho do segundo single de Born This Way da Lady GaGa, Judas. Então, resolvi compartilhar com vocês as minhas duas opiniões. Distintas uma da outra, acredito, em todos os aspectos.


A Cruz

GaGa está de volta. Ou melhor, ela nem foi, mas voltou. Dando continuidade ao divulgamento de Born This Way, a cantora lançou o segundo single intitulado Judas. E como qualquer outra coisa que ela faça, a canção já está envolta em polêmica. Ou melhor: já estava envolta muito antes de ser lançada. Desde quando ela anunciou a canção como single, grupos religiosos já protestavam contra a canção e o seu vídeo, que ainda será lançado*, por causa de seu teor religioso. GaGa vai interpretar Maria Madelena enquanto um ator será (surpresa, surpresa), Judas. Claro, que qualquer assunto que mexa com religião e não seja religioso, sempre será motivo de polêmica independente de quem ou como seja. E como eu tenho uma visão única e minha de religião e sempre sou a favor de respeitar as opiniões e como as pessoas se expressam, não vou entrar na discussão disso ser ou não ser "pecado" o fato dela usar símbolos religiosos para expressar sua visão. O que eu posso é analisar a qualidade musical de Judas.

A canção é o tiro no pé da GaGa que ela mesma deu e com vontade. Judas é a versão de Bad Romance numa cadencia completamente histerica e descontrolada. E "bota" descontrole nisso. Cada acorde de Judas é como fincar uma faca nos ouvidos. A batida house/eletropop/tribal é até criativa, mas se perde na histéria da rotação insana aplicada por RedOne. E para piorar, a canção tem a mesma cadencia de Papi da Jennifer Lopez, lançada recentemente e com produção de RedOne. É ciclo vicioso de uma fabrica de "hits". Vocalmente, Lady GaGa peca em vários momentos. Se em Born This Way ela mostrou que no eletropop tem espaço para um trabalho vocal mais "natural", em Judas ela perde todo essa evolução. Há dois momentos distintos: uma é a GaGa no versos e a outra é a GaGa no refrão e na "ponte" final. A GaGa nos versos está em um ritmo extremamente acelerado que o arranjo quase toma conta da música. Sem contar que o efeito usado deixa a voz estridente e anasalada que quase se torna insuportável. A GaGa do refrão e da "ponte" final é mais natural, mas peca por parecer apática e monótona. Isso reflete no refrão completamente sem graça e nada parece com a GaGa que estourou no mundo inteiro. Agora o ponto de discórdia, a composição. Ao ver, a letra não peca por usar a religião como metáforas. Nada mais justo que "apelidar" alguém traidor de Judas. Além disso, ela não ofende em nada a figura religiosa envolvida com palavras mais pesadas. O grande problema é que a letra é genérica e rasa. GaGa é especialista de compor letras estranhas com várias metáforas "intelectuais" que falam de assuntos tão banais, mas aqui ela erra ao ser tão direta e sem graça. GaGa ainda é a GaGa, mas dessa vez ela errou feio. Ela se tornou seu próprio Judas.

nota:4


A Espada


GaGa está de volta. Ou melhor, ela nem foi, mas voltou. Dando continuidade ao divulgamento de Born This Way, a cantora lançou o segundo single intitulado Judas. E como qualquer outra coisa que ela faça, a canção já está envolta em polêmica. Ou melhor: já estava envolta muito antes de ser lançada. Desde quando ela anunciou a canção como single, grupos religiosos já protestavam contra a canção e o seu vídeo, que ainda será lançado*, por causa de seu teor religioso. GaGa vai interpretar Maria Madelena enquanto um ator será (surpresa, surpresa), Juda. Claro, que qualquer assunto que mexa com religião e não seja religioso, sempre será motivo de polêmica independente de quem ou como seja. E como eu tenho uma visão única e minha de religião e sempre sou a favor de respeitar as opiniões e como as pessoas se expressam, não vou entrar na discussão disso ser ou não ser "pecado" o fato dela usar símbolos religiosos para expressar sua visão. O que eu posso é analisar a qualidade musical de Judas.

Judas não é ainda a melhor canção de GaGa, mas mesmo assim mostra que ela ainda está em busca de uma perfeição imperfeita. Ela pega tudo que já fez até agora e coloca em um lidificador pop com tempero de Bad Romance, batida tribal com a evocação da religião "pop" da Madonna e com os GaGanismo já conhecidos em pouco tempo. O maior trunfo de Judas é a construção do genial arranjo. Frenético, abusivo e dançante sem ser batido. RedOne construí uma ode ao psicodelismo das batidas house com adição de um tribal genial após os refrões. É insano, mas contagiante de uma maneira original e nada "conservadora". É pop dançante, mas não é de fácil absorção. GaGa acompanha essa loucura com seus vocais arrebatadores. Mesmo que em algumas partes ele está num compasso um pouco rápido, ela consegue colocar em um nível diferente e novo. Tem efeitos como qualquer outra música, mas a força de GaGa empregada dá o tom apocalíptico e compensa alguns defeitinhos. A composição não é genial, mas é muito boa. O seu grande trunfo é conseguir transitar nesse tema religião de forma madura e correta. Incrivelmente, não há polêmica na descrição de GaGa sobre a traição. Isso se a pessoa não for uma fanática religiosa. O que vai gerar o "burburinho" será o clipe, mas isso não está em discussão. Mas sem ou com polêmica, GaGa fez de novo. Querendo você ou não.

nota:8

*enquanto escrevo essa resenha, o clipe ainda não foi lançado.

2 por 1 - T.I.

Get Back Up (feat. Chris Brown)
Castle Walls (feat. Christina Aguilera)
T.I.

Alguém aí sabe do T.I.? Pois é, o rapper que há dois anos estava no topo das paradas com o álbum Paper Trail, vive esse ano o oposto. O álbum No Mercy lançado no começo de Dezembro último foi completamente esquecido pelo público vendendo até agora cerca de 500 mil cópias (o CD Paper Trail vendeu 560 mil apenas na primeira semana). A causa disso pode ser o fato do "boom" de novos rappers nos últimos messes ou o tempo que ele passou na prisão ter manchado sua imagem ou mesmo o fato que os singles lançados não serem os melhores para a divulgação. Esse é o caso do primeiro single oficial do álbum, a canção Get Back Up.

A música é um pedido de desculpa de dois pecadores. Com featuring de Chris Brown, Get Back Up tem como produtores o trio The Neptunes que dá a canção uma batida deliciosa, agradável de ouvir, viciante e original. Quase pop, mas ótima. O que acontece é que toda essa "agradabilidade" não combina com o teor sério da composição. Não há clima para ser divertido quando se pede desculpas pelas burradas como ser preso em posse de drogas ou ser indiciado por agressão. Separando uma da outra, a letra é boa. Cumpre seu papel mesmo com um refrão fraquíssimo. E a participação de Chris é completamente desnecessária pelo lado artístico. Devido essa estranheza, a canção flopou ocupando apenas o 70° da Billboard.


Talvez na tentativa de criar um hit, a música Castle Walls foi lançada como single promocional. Como você pode ter notado, não rolou. Essa esperança residiu na formula de sucesso atual: Alex da Kid = HIT = hip hop com batida diferente + composição adulta + feturing de cantora diva. Se não foi criado um hit, pelo menos temos a melhor canção após "Love the Way You Lie".

Castle Walls mostra um T.I. frágil, irritado com o mundo e cansado de toda essa m*rda. É realmente tocante ver um rapper se abrir dessa maneira e T.I. parece ser o melhor em fazer isso. A produção de Alex cria uma música ensaiada na sua cartilha, mas que encontra um poço de originalidade com o tocante e triste arranjo. Ao contrario de Love the Way You Lie onde o arranjo era feito para colocar para fora a raiva, em Castle Walls é preciso interiorizar a dor com a batida melancólica. Enquanto T.I. faz seu trabalho, Aguilera está muito bem colocada no refrão. Acompanhando o tom da música, ela está contida e delicada. Simples e eficiente. Nem sempre sucesso combina com qualidade.

nota
Get Back Up:6,5
Castle Walls:8

As Melhores Canções Nacionais de Todos os Tempos

É o Amor
Zezé di Camargo e Luciano



Sim, vocês estão vendo nessa seção a infame É o Amor. Mas por quê? Simples, qualquer música que seja regravada por Maria Bethania e vire isso, merece destaque.

1 de maio de 2011

2 Por 1 - Lupe Fiasco

The Show Goes On
Words I Never Said (Feat. Skylar Grey)
Lupe Fiasco

O rapper Lupe Fiasco vem conquistando espaço nos últimos anos. Depois de ser descoberto pelo Jay-Z, eles despontou para o grande público em 2005 ao lado do Kanye West na canção Touch the Sky. Dois anos depois, ele finalmente estourou com o sucesso Superstar. Esse ano ele provou o crescimento de sua popularidade com o lançamento do álbum Lasers que mesmo com o desempenho mediano dos singles e acolhida bem morna entre os críticos, conseguiu vender cerca de 200 mil cópias na primeira semana ocupando o topo da parada americana. O primeiro single lançado foi a canção The Show Goe On.

A canção que ocupou o 15° lugar na Billboard é um bom hip hop com mensagem positiva. Nada muito espetacular ou inovador, mas edificante. A batida é divertida e bem produzida, mas faltou um pouco de refinamento para atingir um outro nível de emoção para acompanhar a letra "auto ajuda" que em certos momentos quase cai no sentimentalismo barato. Porém, ela consegue se salvar devido ao fato que a mensagem parece ser verdadeira. Como rapper, Lupe parece ser competente. Consegue carregar a canção sem maiores problemas, mas também não é inesquecível. The Show Goes On é boa. Só isso.

Esse não o problema de Words I Never Said. A canção produzida pelo novo mega produtor do hip hop Alex da Kid poderia ser genial se não esbarrasse nos problemas de finalização. O estilo "Love the Way You Lie" está perdendo o frescor e a canção parece uma versão mais fraca de "I Need a Doctor" (todas produzidas por Alex). Esse "sentimento" se amplifica devido ao fato da nova próxima mega star Skylar Grey fazer o refrão em Words I Never Said. Ela manda bem, mas é mais do mesmo do mesmo. Isso se aplica ao arranjo que tem a mesma batida de "tambor". Tudo isso eclipsa a letra forte e critica muito bem defendida por Lupe. Juntando tudo no fim, Words I Never Said é uma canção boa que poderia ter rendido muito mais. Uma pena.


nota

The Show Goes On:7
Words I Never Said:6,5

Por Vavor, Salvem o Professorinho

Summer Rain
Matthew Morrison


Eu gosto de Glee. Não estou seguindo nesse momento, pois estou ocupado com os realities que resenho para o Cartas para Pi e tenho outras séries que estou assistindo que preciso me atualizar antes. Mas eu gosto da série musical e acompanho todo o sucesso. E é claro que de alguma forma iria chegar aqui no blog. E veio através do ator Matthew Morrison.

O ator de 32 anos ganhou a sorte grande ao ser escolhido como o sonhador e idealista professor Will Schuester. Pelo papel o ator recebeu indicações ao Emmy e ao Globo de Ouro, além de fama internacional. Então, com o sucesso de Glee, o ator resolveu investir na sua outra carreira. Ele vai lançar seu primeiro álbum ainda esse ano e já lançou o primeiro single, a canção Summer Rain. Produzido pelo produtor Espionagem que já trabalhou com Beyoncé, Jennifer Hudson, Ne-Yo e outros, a canção é um pop adulto com pitadas de reggae bem mais ou menos que parece um cover do Train. E isso não é um bom elogio. É certinha, bonitinha e sem graçinha. Matthew não é um grande cantor, mas carrega a música dignamente. O arranjo é meio brega, meio batido. Tudo emendado com uma letra melosa e fraca. Como ator Matthew até se sai bem, mas como cantor ele parece repetir os mesmos clichês da série. Quem sabe alguém não resolve salvar esse professorinho dando uma boa música para ele?
nota:5,5 

De Volta

Como prometido, estou voltando! Ainda está meio corrido, mas aos poucos o blog volta ao normal!

Valeu a todos!
Voltem Sempre!