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17 de julho de 2024

Sonífero Que Dá Ouvir

feelslikeimfallinginlove
Coldplay


Acho que o Coldplay já entrou em uma fase que não dá para ter esperança para eles voltarem a fazerem música boa. E quando tem algum mediano como Feels Like I'm Falling in Love é algo para comemorar.

Primeiro single do álbum Moon Music, a canção é uma pop rock/synth-pop chapa branco que não empolga em nenhum momento, mas também não chega a ser uma bomba. Boa parte da qualidade da canção é devido a ótima performance de Chris Martin que entrega emoção verdadeira para a canção. Todavia, Feels Like I'm Falling in Love tem uma composição tão fraquinha e monótona que dá sono só de ler os versos sobre a sensação de se apaixonar. E o mais grave é que a composição é assinada por oito pessoas diferentes, sendo uma creditada devido ao uso do sample da canção Funeral Singers da Sylvan Esso. Para quem quer dormir está aí uma grande canção.
nota: 6

11 de novembro de 2022

Uma Segunda Chance Para: Viva la Vida

Viva la Vida
Coldplay


Não é segredo para ninguém que acompanha o blog que o Coldplay passa bem longe de ser minha banda favorita. Entretanto, a banda comandada pelo Cris Martin entrou para esse hall nos últimos anos ao se transformar no fantasma do que eles foram no começo da carreira com lançamentos cada vez mais desinteressantes. Um dos últimos sopros de originalidade eficaz comercialmente que a banda teve data de 2008 quando foi lançada o arrasa quarteirão Viva la Vida.

Devo admitir que a canção “cresceu” em mim desde 2008, pois quando foi lançada não achei o resultado “grandes coisas”. E, apesar de não considerar a canção excelente, Viva la Vida se mostrar bem mais interessante que o esperado depois de mais de dez anos. Em primeiro e mais importante, o instrumental é algo espetacular devido a sua imponência e grandiosidade ao decidir por uma pegada puxado para a música clássica com o uso de orquestra completa, especialmente a seção de cordas é realmente marcante. E claramente a produção se beneficia disso ao entregar uma refinada mistura de baroque pop com pop rock que cria uma canção com uma contraditória sensação de ser ao mesmo tempo elitista devido a sua pretenciosa atmosfera e também ser comercialmente viável devido ao fácil reconhecimento de qual música estamos ouvindo desde a primeira nota. E essa qualidade é também transmitida pela pomposa, complexa e marcante composição que consegue entregar um dos refrões mais longos e viciantes da músicas pop dos últimos tempos. O quesito que posso elogiar sem achar nenhum “defeito” é a presença poderosa de Cris Martin que entrega uma das suas melhores atuações, mostrando energia e força do começo ao fim. Viva la Vida é, sim, uma boa canção após uma reflexão profunda, mas está longe de ser genial em qualquer mérito.
nota: 7,5

10 de agosto de 2021

Plot Twist

Coloratura
Coldplay


Comecei a resenha de Higher Power com a seguinte frase: “sinceramente, não consigo entender direito a transformação do Coldplay de uma excitante banda de indie rock/pop post-britpop em uma pastiche deles mesmos”. Então, surge Coloratura para recolar a banda dentro do caminho certo em um trabalho realmente espetacular.

A grande razão de Coloratura funcionar é que a banda esquece esquemas prévios de como fazer uma canção comercial atualmente e embarga em uma linda, nada comercial e tocante viagem sonora. Com um pouco de dez minutos, a canção é uma sensorial, inspirada, celestial e completamente envolvente progressive rock misturado com indie rock e pinceladas de psychedelic rock/pop que cria uma história com começo e fim, sendo envolvida em uma atmosfera delicada e sonhadora. Com uma performance realmente cativante de Chris Martin em seu melhor momento em tempos, a canção ainda entrega uma composição inspirada que beira o filosófico sem pender para o pretencioso. Com fortíssima inspiração do Pink Floyd em Dark Side of the Moon, Coloratura é uma das melhores canções que a banda entregou nos últimos devido a produção e, principalmente, o Coldplay voltando a ser a banda excitante de indie rock/pop post-britpop que se mostrou desde o começo. A pergunta que fica é: uma exceção ou o começo de uma reinvenção?
nota: 8

1 de junho de 2021

Tá Difícil

Higher Power
Coldplay


Sinceramente, não consigo entender direito a transformação do Coldplay de uma excitante banda de indie rock/pop post-britpop em uma pastiche deles mesmos. Em Higher Power, primeiro single do novo álbum, a banda continua a fazer mais do mesmo que vem entregado nos últimos tempos.

Dessa vez a banda apela para o lado mais massificado possível ao fazer de Higher Power uma ordinária e sem graça synthpop/pop rock que não consegue ser marcante em nenhum momento. Apesar de tecnicamente bem feita, o single falta uma dose cavalar de personalidade para tirar a produção do limbo de soar como uma canção descartada do OneRepublic. E assim caminha os outros elementos da canção. Chris Martin entrega a sua performance no automático sonolento, deixando de lado qualquer traço que o fez um dos maiores vocalistas do começo dos anos dois mil. A composição é, porém, o pior momento de Higher Power ao tentar soar intelectualmente positiva, mas terminando como sendo de auto ajuda chic apenas. Nem mesmo o motivo de manter a banda comercialmente relevante é possível aceitar para uma queda tão grande de qualidade, mas é a única boia que dá para tentar agarrar para compreender esse atual Coldplay.
nota: 5

19 de dezembro de 2019

2 Por 1 - Coldplay

Orphans
Arabesque
Coldplay

Coldplay é o tipo de banda que já deveria ter "acabado", mas que continua a esticar o derradeiro momento até a última gota de criatividade for sugada. Enquanto isso não acontece, a banda parece que ainda tem alguma coisa restando no tanque como demonstra os singles Orphans e Arabesque.

Orphans é, sem dúvida nenhuma, a melhor das duas canções lançadas como primeiros singles do álbum Everyday Life. Misturando de forma eficiente uma batida de rock alternativo com uma deliciosa pegada synthpop, o single deixa claro que a banda ainda é capaz de produzir canções realmente interessantes sem perder a sua essência. É muito dessa essência é vista na boa, inteligente e levemente pretensiosa composição que funciona melhor do que esperado ao equilibrar bem o lado inteligentão e o lado mais mundano da música pop. Apesar de aumentar o volume dos seus hábitos irritantes em Arabesque, a banda ainda consegue acerta ao entregar uma épica e muito bem instrumentalizada indie rock com leves toques de jazz aqui e ali para criar uma canção com personalidade bem definida. A composição quase minimalista e, ao mesmo tempo, pretensiosa é um erro que não afeta tanto no resultado final devido também ao curioso verso em francês. Agora é esperar e ver até quando o Coldplay irá segura o canto do cisne, mas, por enquanto, a banda ainda está rendendo.
notas
Orphans: 7,5
Arabesque: 6,5

12 de março de 2017

Uma União Perfeita

Something Just Like This
The Chainsmokers & Coldplay

Apesar de não parecer ideal na teoria, a parceria entre o Coldplay e duo The Chainsmokers é perfeita, pois une uma banda mediana, que já foi ótima, com o artista de mediano de maior sucesso surgido nos últimos anos. O resultado é a mediana Something Just Like This.

A canção é basicamente do indie rock/pop meia boca que o Coldplay tem feito nos últimos anos com o verniz estético eletropop comercial do The Chainsmokers. De alguma forma, a base feita para a canção consegue resultar em alguns pequenos momentos de qualidade genuína ao dar para Something Just Like This algumas nuances bem vindas. Todavia, quando o refrão chega e surge a mesma batida de sucessos recentes do duo tudo é meio que perdido. Além disso, a composição clichê/fofa não ajuda muito, pois soa com o Coldplay tentando ser aberto para um público maior que o deles e, infelizmente, não encontrando o toque poético que a banda perdeu já tem tempo. Ao menos, Something Just Like This pode contar com os bons vocais de Chris Martin, mas que também não tira a canção de ser o que nasceu para ser: mediana.
nota: 6

7 de maio de 2014

Um DJ, Uma Banda e Uma Canção Nem Lá, Nem Cá

A Sky Full of Stars
Coldplay


O que pretende o Coldplay com o seu sexto álbum Ghost Stories? Mesmo sem ouvi-lo por inteiro já é
possível ter uma ideia do que podemos esperar: um álbum que possa atrair os fãs do grupo, mas que também possa ser atrativo para outros públicos. Isso fica bem claro com o lançamento do segundo single oficial do álbum, A Sky Full of Stars.

Nem precisei ouvir a canção para tirar minhas conclusões, pois apenas sabendo que o DJ e atual queridinho do mundo da música Avicii era um dos produtores da canção já captei a ideia central da banda que também assina a produção ao lado de Paul Epworth. O que a canção ganhou com essa mistura? A Sky Full of Stars é um excelente single comercial que consegue dar um pouco da sonoridade da banda, mas sem também atualiza a atmosfera do grupo buscando algo mais contemporâneo e atrativo unindo o rock alternativo com a pegada mais eletrônica do DJ. Mesmo sendo uma mistura bem dosada e ter um bonito arranjo, a canção não chega a um ponto que a união dos "dois mundos" ultrapasse as barreiras e entrega algo novo e excitante. Também não ajuda a composição bonitinha, mas bobinha e um pouco sem graça. Ao menos, Chris Martin entrega uma performance sólida em A Sky Full of Stars dando mais importância para a letra. Agora é esperar e saber como o álbum vai soar como um todo dando liga ou ficar nem lá, nem cá.
nota: 6,5

21 de março de 2014

Mágica Dorminhoca

Magic
Coldplay


O Coldplay está de volta. Prontos para lançar o sexto álbum da carreira (Ghost Stories), o grupo liderado pelo Chris Martin divulgou o primeiro single do trabalho a canção Magic. Nela podemos encontrar as qualidades e os defeitos que faz o Coldplay a banda que é hoje em dia.

Magic retoma a sonoridade mais pop alternativo misturado com rock que eles mostraram no começo da
carreira. Isso é bom, mas a produção dividida em várias mãos erra ao elaborar uma canção grande demais que só vai decolar de verdade quase no seu final. Enquanto isso ficamos ouvindo uma batida bonitinha, mas repetitiva e cansativa depois de algum tempo. A composição é uma das mais bobas do grupo até agora ajudado por um refrão quase vergonhoso. Ao menos Chris segura bem a canção em uma performance simples e delicada, pois, se não fosse isso, a canção iria ser uma bomba bem grande. É o Coldplay para o bem ou para o mal.
nota: 6

9 de fevereiro de 2012

2 Por 1 - Coldplay

Charlie Brown
Princess of China (feat. Rihanna)
Coldplay

Os dois últimos singles do álbum Mylo Xyloto mostra exatamente o que faltou para o quinto álbum do Coldplay para se torna ótima e não apenas "bom".

Em Charlie Brown, o Coldplay faz uma música perfeita tecnicamente, mas que faltou emoção. Uma letra bem ao estilo do grupo que tem como inspiração o famoso personagem de história em quadrinhos. Tudo bem sincronizado com o bom vocal de Chris Martin. Contudo, tudo é muito certinho, aceptico e quase sem sentimentos mais latentes. O grande trunfo da música é o arranjo mais emblemático que no final mostra faíscas de emoção com um "solo" de piano inspirado, mas sem muito efeito no resultado da música.

Já na parceria com a Rihanna, o problema é outro. Princess of China é uma balada pop bonitinha com os dois vocalistas em boas performances e um arranjo bem produzido criando uma atmosfera envolvente e encantadora. Todavia, Princess of China erra ao ficar "magra" de composição. O pouco que tem principalmente no refrão, mostra uma letra forte, romântica e inspirada. O fato de ser "econômica" faz a música perder bastante. Como eu disse, as canções são boas. Porém, poderiam ter sido ótimas.

nota
Charlie Brown: 6,5
Princess of China: 7

13 de novembro de 2011

S2S2S2S2S2S2S2S2S2S2S2S2

Paradise
Coldplay

Se tem uma palavra para definir Paradase, o segundo single de Mylo Xyloto, da melhor maneira possível seria: adorável. Sem mais nem menos.

Começa pelo clipe com o "elefantinho" fugindo para o seu habitat. E é claro, a música em si. Um dos melhores momentos do álbum, Paradise tem uma produção impecável com a uma construção do arranjo perfeita. Com camadas diferentes e atmosfera delicada, o arranjo reflete a letra sobre sonhos não concretizados e esperanças sobre o futuro. Um trabalho sólido da banda, mas que faltou mais "substância" para elevar a canção. E por fim, mais um bom trabalho eficiente do Chris Martin não se colocando acima da canção e não perdendo sua personalidade. É um pouco vergonhoso falar, mas Paradise merece S2S2S2.
nota: 8

7 de agosto de 2011

Até Tu, Coldplay? Até tu?

Every Teardrop Is a Waterfall
Coldplay

Acredito que o fundo do poço possa ser o começo de algo novo, ou pelo menos, ter o caminho para sair dele. A "epidemia do eletropop" está em uma descida vertiginosa de qualidade desde que ela virou febre tem alguns anos. Há uma invasão de artistas a cada dia que faz a mesma música com a mesma batida, a mesma composição, os mesmos vocais. Mais do mesmo. E até os artistas já consagrados estão adoecendo por esse vírus. O que difere deles da maioria é como eles reagem a essa "febre pop".

Every Teardrop Is a Waterfall é o primeiro single do novo álbum do Coldplay, que ainda não tem nome. A canção é a prova como mãos habilidosas podem transformar algo. Sim, Every Teardrop Is a Waterfall é pop rock/eletropop que pega vários elementos do gênero em moda como a uso de efeito na voz e a batida eletrônica. O que difere a canção foi o verniz usado pelo Coldplay para polir a canção. Não que seja a revolução do estilo ou mesmo a melhor canção já produzida. Every Teardrop Is a Waterfall é simplesmente uma canção bem produzida onde todas as arestas se encontram em perfeita harmonia.

Longe da fase mais pedante de Viva la Vida or Death and All His Friends, aqui o Coldplay parece estar numa fase mais despojada. Isso se progeta na composição leve, otimista e mesmo usando alguns clichês consegue um ótimo resultado em versos simples e sem uma estrutura tradicional, mas tocante. Um exemplo claro dessa nova fase é quando Chris Martin canta "I'm on a roll this time/ And heaven is in sight". Esse por sua vez tem um desempenho redondinho usando efeitos em sua voz que não tira o brilho de sua voz e que se adapta muito bem na música. A construção do arranjo é excepcional com o uso perfeito de uma estrutura mais elaborada e épica que cresce na medida em que a música evoluiu principalmente na parte final. O único problema da canção é que ela não une a ótima letra com o arranjo final já que cada uma fica isolada na música. Every Teardrop Is a Waterfall pode ser a luz no final do túnel. Ou pode ser mais um tiro no escuro que deu certo. Só o tempo vai dizer.
nota: 8

30 de outubro de 2009

O Clipe Salva

Strawberry Swing
Coldplay


O último single do mega sucesso do Coldplay,Viva la Vida or Death and All His Friends,é a música Strawberry Swing.Mesmo sem fazer sucesso comercial,o grande destaque dela é seu fantástico clipe.Usando desenhos feitos de giz no chão e animação gráfica,o clipe constrói uma bela e incrível história sobre um super-herói e sua amada em perigo.Mesmo assim,a música por si só,é bem fraca.
Apesar do começo promissor e o todo o bom arranjo com um belo trabalho de uma gaita de foles,a música se perde na sempre tentativa de ser "alternativos".A letra poderia ser genial mas não passa de um amontoados de boas idéias jogadas de forma estranha e sem emoção de verdade.Os vocais de Chris Martin nunca saem do lugar e ficam mostrando que eles tem medo de serem "comuns" e mostrar algo mais pop e simples.Vale pelo clipe e só.Uma pena.
nota
música:4
clipe:9

14 de março de 2009

Uma Estranha no Ninho

Lhuna(feat. Kyle Minouge)
Coldplay


Uma das parcerias mais inusitada dos últimos anos foi o dueto dos ingleses do Coldplay com a australiana Kyle Minogue.Lhuna não foi usada em Viva la Vida or Death and All His Friends por causa que Chris Martin achou a gravação muito "sexy".No começo de Dezembro passado ela foi lançada como single promocional para ajudar o World AIDS Day.
Lhuna como música é bem ruim.Seu arranjo é entediante e massante.A letra quase uma filosofia de buteco mexicano com nenhum bom momento.Os vocais de Chris acompanha o arranjo:chato.Agora que entra o bom momento:Kyle e sua boa performance mostrando que é extremamente competente ao transitar por estilos diferentes do seu.Seus vocais só não se destacam mais porque a canção é decepcionante.Seria mais interessante o Coldplay cantando uma música de Kyle como In My Arms.
nota:4,5

15 de fevereiro de 2009

Do Fundo Do Baú-Dos Tempos Que O Coldplay Ainda Era Original


Yellow
Coldplay


Houve um tempo antes que Coldplay se achasse e tinha indícios de que a maior banda da atualidade,havia um Coldplay que não tinha muitas pretensões e nenhum ambição.O vocalista Chris Martin ainda era virgem e não tinha casado com uma estrela de Hollywood.Ainda havia ingenuidade e pureza na banda e Yellow é a marca principal dessa época.
O single do primeiro álbum da banda,Parachutes,é uma daquelas músicas que marcam uma geração seja pelo momento em que foi lançada ou pelo simples fato da qualidade.Yellow é a junção dos dois:seja pela sua incontestável sonoridade autentica e sensível,a letra que consegue tocar no fundo em poucas palavras e a força nos vocais de Chris ou pelo momento,em 2000 quando um mundo via um novo milênio surgir e as pessoas se perguntavam como será esse como de era e o Coldplay trouxe o melancolia com o otimismo na medida certa para embalar essas dúvidas e anseios.Assim como essas questões foram se transformando em resposta e mais outras perguntas apareceram,o Coldplay se modificou.Ainda são relevantes na música mas se tornaram apenas em um grande grupo de marketing que não marcam mais a vida atual.Em suma:daqui a 50 anos você vai preferir no seu último dia de sobrevivência na terra ouvir Yellow ou Viva La Vida?
nota:9

18 de dezembro de 2008

Lost in Translation


Lovers in Japan
Coldplay

O quarto single do álbum Viva la Vida or Death and All His Friends do Coldplay é a legal Lovers in Japan.
A canção tem arranjo diferente de tudo que a banda já fez até hoje bem animada e com toques orientais.Mas só lá sabe porque ela fica um nível a cima dos vocais de Chris Martin.Sabe quando no final de uma música os vocais vão diminuindo e só fica o arranjo?Aqui acontece o tempo todo.A letra é normal mas com uma passagem sensacional:

"Hoje a noite talvez estaremos correndo
Sonhando com o sol de Osaka
Ohh ohh...
Sonhando quando a manhã chegar..."

Isso mostra que o Coldplay mesmo sendo "médio" ainda podem surpreender.
nota:6

2 de novembro de 2008

Na Lanterna Dos Afogados

Lost!
Coldplay


Com certeza um dos nomes mais ouvidos esse ano foi o do grupo inglês Coldplay.Seu CD(Viva la Vida or Death and All His Friends)vem vendendo horrores nos Estados Unidos e pelo resto do mundo,o single Viva La Vida se tornou hit e eles devem ganhar dezena de prémios nos meses que seguem.O terceiro single é a estranha Lost!.
Lost! é com certeza o pior single que o grupo já lançou.A música é de uma chatice imensa de dar sono.Arranjo é normal e preguiçoso.Os vocais é tão chato que poderia ser cortados que não fariam falta.A letra é melhor coisa que tem no single.Mas é fraco e sem inspiração.Mas o que intriga é a capa do single que é o mapa do Brasil:seria apenas uma escolha aleatória ou uma representação do que os estrangeiros acham da gente pois em cima do país está a palavra LOST(perdido)?Fica a duvida.
nota:3,5

24 de julho de 2008

Chute na Trave

Viva la Vida
Coldplay


Segundo single do novo álbum o Viva la Vida or Death and All His Friends(ou também pode chamado de Guia Pratico de Como Tentar Ser o U2)o homónimo Viva la Vida e bem melhor que o primeiro porem o Coldplay ainda fica devendo muito!
A musica tem otima letra com passagem religiosas e belo arranjo.Mas o que acontece é que a musica não empolga.Com medo de se prenderem as regras básicas do pop a musica assim como o arranjo não explodem o que a transformaria em uma canção memorável.U2 já fez isso e seu deu bem,então a pergunta:não era para imitar?
nota:7

13 de julho de 2008

Mãe,quando eu crescer quero ser o U2!!

Violet Hill
Coldplay


A vontade de ser U2 dominou os integrantes do Coldpaly e os deixou cegos e surdos.Só assim para explicar o novo CD do grupo inglês(Viva La Vida or death and all his friend{?})e seu novo single Violet Hill.Não que seja ruim querer ser uma das maiores bandas de rock que tocou nessa terra de meu Deus,mas isso tem um limite.
A musica é bem legal(como um rascunho de U2 pelo menos isso),mas peca pela falta de originalidade de outra hora do Coldplay(Yellow vem sempre a cabeça).A produção é extremamente correta e chega a ser burrocratica,mas la no fundo você ainda sente o velho Coldpaly perdido.Fazer o que?
nota:6,5