30 de janeiro de 2020
29 de janeiro de 2020
Perdidah
You should be sad
Halsey
Halsey
Uma das canções que melhor mostra as qualidades e defeitos que Halsey apresenta é o single You should be sad, sexta canção lançada de Manic.
O single é uma balada mid-tempo country pop que se de um lado é uma boa aventura sonora, do outro lado surge com uma tentativa meia boca de tal ousadia. O destaque da canção é sua constante, ácida e sincera sobre o fim de um relacionamento com o famoso boy lixo. Nesse caso, a especulação aponta que You should be sad seja sobre o relacionamento com o rapper G-Eazy. Essa honestidade é o que faz da canção um trabalho acima da média. Além disso, a cantora entrega uma performance segura do começo ao fim. Entretanto, o single apresenta uma genérica e quase linear produção que pega o lado mais sem graça do pop e do country para criar uma canção que, infelizmente, não chega a lugar nenhum sonoramente. Não é uma canção ruim, mas ainda deixa claro como a cantora ainda está meio perdida.
O single é uma balada mid-tempo country pop que se de um lado é uma boa aventura sonora, do outro lado surge com uma tentativa meia boca de tal ousadia. O destaque da canção é sua constante, ácida e sincera sobre o fim de um relacionamento com o famoso boy lixo. Nesse caso, a especulação aponta que You should be sad seja sobre o relacionamento com o rapper G-Eazy. Essa honestidade é o que faz da canção um trabalho acima da média. Além disso, a cantora entrega uma performance segura do começo ao fim. Entretanto, o single apresenta uma genérica e quase linear produção que pega o lado mais sem graça do pop e do country para criar uma canção que, infelizmente, não chega a lugar nenhum sonoramente. Não é uma canção ruim, mas ainda deixa claro como a cantora ainda está meio perdida.
Será?
Stupid Love
Lady Gaga
Lady Gaga
Essa resenha será diferente de todas as outras que já fiz até hoje, pois irá analisar uma canção que pode ou não ser um single. Isso se deve ao fato da canção ser uma vazada da Lady Gaga, indicando o seu retorno derradeiro. Entretanto, Stupid Love vale realmente ser digna do hype?
Stupid Love é uma boa canção pop com alguns problemas que podem ser concertados caso essa versão vazada seja uma "demo". O maior problema é a composição, mesmo apresentando .bons momentos. O ponto fraco é o seu refrão que não está altura dos grandes refrões da carreira da cantora, pois é raso e muito rasteiro. Isso fica ainda mais nítido quando se percebe que a canção é uma cruza da temática de Bad Romance com a sonoridade dance-pop de Born This Way. E essa segunda comparação é que dá mais esperança para o retorno de GaGa ao bom e velho pop. Rezemos.
26 de janeiro de 2020
No Me Gusta
Me Gusta
Shakira & Anuel AA
Durante a sua carreira toda, a Shakira sempre foi uma artista que lançou tendências para que os outros a seguissem. Nos últimos tempos, a cantora vem fazendo o contrário ao seguir tendências em seus lançamentos, mais precisamente o reggaeton. E o pior: não adiciona nada para o gênero ou para a carreira da colombiana como deixa claro a fraca Me Gusta.
Provavelmente lançada para aproveitar o hype da sua apresentação no Super Bowl, Me Gusta é uma tediosa e repetitiva mistura de reaggaeton com trap que começa mal e termina mal. Como dito anteriormente, além de acrescentar em nada na carreira da cantora, Shakira não coloca nada que possa fazer da canção algo que seja um trabalho com a sua cara. E isso é um banho de água gelada para quem sempre teve na cantora um exemplo de criatividade. O pior é que a cantora é a única coisa positiva dentro da canção ao segurar com alguma dignidade Me Gusta, pois o Anuel AA é dono de uma voz anasalada e, por vezes, irritante. Complicado ver a carreira da Shakira chegar nesse nível.
nota: 5
Provavelmente lançada para aproveitar o hype da sua apresentação no Super Bowl, Me Gusta é uma tediosa e repetitiva mistura de reaggaeton com trap que começa mal e termina mal. Como dito anteriormente, além de acrescentar em nada na carreira da cantora, Shakira não coloca nada que possa fazer da canção algo que seja um trabalho com a sua cara. E isso é um banho de água gelada para quem sempre teve na cantora um exemplo de criatividade. O pior é que a cantora é a única coisa positiva dentro da canção ao segurar com alguma dignidade Me Gusta, pois o Anuel AA é dono de uma voz anasalada e, por vezes, irritante. Complicado ver a carreira da Shakira chegar nesse nível.
nota: 5
Outro Tema Para Sia
Original
Sia
Sia
Mesmo sendo uma das compositoras mais requisitadas e talentosas da última década, a Sia até agora não conseguiu entregar nenhum tema para filme que fosse digno do seu talento. O mais novo nessa lista é a mediana Original.
Original tem todas as qualidades da artista, mas, infelizmente, não consegue usar disso para entregar uma música realmente boa. A composição tem a estética dos bons trabalhos da Sia, mas termina de forma pouco inspirada e nada inspiradora como era a sua intenção. Performando de forma automática, a cantora deixa de lado suas poderosas interpretações para entregar uma morna interpretação. O pior, porém, é a produção que faz de Original um pop tão arrastado que ao seu final da vontade de tirar um cochilo. E o mais surpreendente é saber que a canção é ainda melhor que o filme que é tema já que Dolittle, estrelado pelo Robert Downey Jr., é uma verdadeira bomba atômica.
nota: 5,5
Original tem todas as qualidades da artista, mas, infelizmente, não consegue usar disso para entregar uma música realmente boa. A composição tem a estética dos bons trabalhos da Sia, mas termina de forma pouco inspirada e nada inspiradora como era a sua intenção. Performando de forma automática, a cantora deixa de lado suas poderosas interpretações para entregar uma morna interpretação. O pior, porém, é a produção que faz de Original um pop tão arrastado que ao seu final da vontade de tirar um cochilo. E o mais surpreendente é saber que a canção é ainda melhor que o filme que é tema já que Dolittle, estrelado pelo Robert Downey Jr., é uma verdadeira bomba atômica.
nota: 5,5
25 de janeiro de 2020
Artista do Ano
A última votação para os Melhores do Ano é para definir qual foi o maior nome de 2019. Os escolhidos vão desde a novatos que explodiram no ano até a explosão de uma veterana e passando pela consagração de critica e público de duas artistas consagradas. Votem!
24 de janeiro de 2020
23 de janeiro de 2020
2 Por 1 - Alicia & John
Conversations in the Dark
John Legend
Underdog
Alicia Keys
John Legend
Underdog
Alicia Keys
A Alicia Keys e o John Legend são os dois principais nomes do R&B do começo dos anos dois mil. Apesar de carreiras com comercialmente diferentes, os dois cantores sempre mostraram um talento gigantesco ao longo dos anos, criando grande momentos para o gênero. E, felizmente, os dois continuam a demonstrar essa qualidade com os lançamentos de novos trabalhos.
Conversations in the Dark é claramente uma parente do maior sucesso da carreira de Legend, a ótima All of Me, pois a nova canção é uma romântica e edificante balada R&B com base de piano. Apesar de não ter a mesma força emocional da sua "aparentada", o single mostra todas as qualidades do cantor de maneira clara como o dia: arranjo impecável, composição madura e vocais poderosos e de um carisma ímpar. Essas mesmas características também podem da Alicia, mas a mesma tem em mãos uma canção bem menos inspirada. Underdog é uma boa R&B/pop mid-tempo que acerta com a sua inspiradora composição sobre aqueles que conseguem sobreviver mesmo quando todas as probabilidades estão contra. O problema aqui é a produção meio genérica que não tem a mesma força que os trabalhos de sucesso da cantora. Não é de longe ruim, mas é um pouco decepcionante vindo de alguém com o talento da cantora. De qualquer maneira, os dois cantores ainda possuem o brilho que os fizeram os artistas que são hoje.
notas
Conversations in the Dark: 7,5
Underdog: 7
Conversations in the Dark é claramente uma parente do maior sucesso da carreira de Legend, a ótima All of Me, pois a nova canção é uma romântica e edificante balada R&B com base de piano. Apesar de não ter a mesma força emocional da sua "aparentada", o single mostra todas as qualidades do cantor de maneira clara como o dia: arranjo impecável, composição madura e vocais poderosos e de um carisma ímpar. Essas mesmas características também podem da Alicia, mas a mesma tem em mãos uma canção bem menos inspirada. Underdog é uma boa R&B/pop mid-tempo que acerta com a sua inspiradora composição sobre aqueles que conseguem sobreviver mesmo quando todas as probabilidades estão contra. O problema aqui é a produção meio genérica que não tem a mesma força que os trabalhos de sucesso da cantora. Não é de longe ruim, mas é um pouco decepcionante vindo de alguém com o talento da cantora. De qualquer maneira, os dois cantores ainda possuem o brilho que os fizeram os artistas que são hoje.
notas
Conversations in the Dark: 7,5
Underdog: 7
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