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8 de julho de 2017

O Retorno Merecido

Praying
Kesha

O mundo da música está repleta de histórias de comebacks lendários. Normalmente, as histórias que estão por trás desses retornos são sobre superar grandes flops, reinvenção da carreira e, também, voltar a ativa depois de um grande período de hiatos. Algumas vezes, porém, a  história por trás é muito mais complicada e dramática que os motivos já citados e, nesses momentos, que comebacks se tornam muitos mais que apenas boas histórias para se contar em blog de música. Essas histórias se tornam verdadeiras lições de vida. Esse é o caso da Kesha que, finalmente, volta a música depois do seu inferno pessoal e divulgado que a cantora passou nos últimos anos. E agora, mesmo não com um final exatamente feliz, a cantora faz o seu retorno mais do que merecido com a emocionante Praying.

A canção, sem nenhuma surpresa, é uma verdadeira expiação de todos os demônios que rondavam a vida pessoal da cantora seja aqueles "metafóricos" como a sua luta pela depressão ou aqueles que têm nome e endereço. Ao falar sobre todas as feridas ainda em processo de cicatrização, Kesha entrega em Praying uma letra de uma sinceridade desconcertante e que transmite uma emoção genuína rara. Só que Praying é mais que lembrar sobre velhas dores, mas, principalmente, perdoar e olhar para o futuro que a espera. Lindamente melancólica, mas com uma mensagem de esperança, Praying é uma power balada muito bem construída e com nuances que a ajudam a sair da zona de conforto para esse tipo de canção. A canção também irar marcar uma presença nova da cantora ao mostrar que a mesma é uma cantora muito melhor que aparentava ao entregar uma performance vocal absolutamente surpreendente, mostrando um poder vocal inesperado em uma performance crua, honesta e emocionante. A honestidade e emoção expressa em Praying são como um portal que deve, não apenas para a carreira dela, ser o recomeço de uma nova vida para Kesha, mesmo que ainda tenha algumas pedras no caminha. Seja muito bem vinda, Kesha.
nota: 8

2 de maio de 2016

Um Recomeço Merecido

True Colors
Zedd & Ke$ha

Falar sobre o período que a Ke$ha atravessou nos últimos anos é redundante, pois toda a sua vida está dia após dia nos noticiários referente ao mundo das celebridades. A vergonha que sinto em ver a dor que foi causada à ela é quase insuportável que prefiro não ficar lendo ou vendo tais matérias. Entretanto, a felicidade apareceu ao saber que a cantora tem a chance de reconstruir a sua vida e a sua carreira. O primeiro passo foi dado pelo DJ/produtor Zedd ao chamar a cantora para regravar a sua canção True Colors que é faixa do seu álbum homônimo lançado no ano passado. E a escolha não poderia ser melhor.

Na época já tinha elogiado a canção como a melhor do álbum, porém, depois da regravação com a Ke$ha, a faixa ganha um novo e poderoso significado. Ao colocar a voz na canção, Ke$ha ganha o seu grito de liberdade com uma letra forte, emocionante e perfeita para o seu momento pessoal. True Colors fala sobre libertação, renascimento e deixar o mundo ver a sua verdadeira essência. Nada mais verdadeiro para a cantora. Em dos momentos mais fortes, a canção fala:

Something tells me, I know nothing at all (Algo me diz que eu não sei nada)
I've escaped my capture (Eu escapei da minha prisão)
And I have no master (E eu não tenho nenhum "dono")
And somehow it's like I've waited (E de alguma forma é como eu estivesse esperando (por isso))

Um trunfo e um marco na carreira de Ke$ha dado de presente por Zedd. Outro presente do DJ é a sua produção vocal em que, ao contrário dos trabalhos anteriores, finalmente podemos ouvir a voz da cantora sem grandes artifícios, mostrando o talento genuíno de uma jovem que merece um futuro brilhante, pois o seu passado é um mundo de sombras. Que seja feliz, querida Ke$ha!
nota
Versão Original: 7,5
Versão Nova: 8 

1 de julho de 2013

Dois Rappers, Uma Canção

Crazy Kids (feat. Juicy J ou Will.I.Am)
Ke$ha

Sejamos bem sinceros: a Ke$ha flopou bonito com o álbum Warrior e seus singles. Para tentar dar uma levantada, ela lançou o single Crazy Kids em duas versões diferentes da do álbum: uma com o featuring do rapper Juicy J e a outra com o Will.I.Am. Não que precisava de nenhuma das duas participações já que a canção é uma das melhores do álbum.

Crazy Kids é um bom eletropop que tem sua principal qualidade a cadência diferente do que ela normalmente faz misturando momentos agitados e pop com uma batida mais forte e com influência de hip hop. O bom refrão ajuda a letra como um tudo já que ela é um pouco sem inspiração enquanto Ke$ha faz um trabalho sólido nos vocais sabendo conduzir bem entre as pegadas diferentes que a música tem. Enquanto, as participações não acrescentam nada ou atrapalham, apesar de que a do Will é mais interessante. Nem usando essa tática a canção não decolou e ficou só na 59° da Billboard. É o famoso o tiro que saiu pela culatra.
nota: 7

16 de janeiro de 2013

Flopando em 5,4,3,2 e 1!

C'mon
Ke$ha

Se não bastasse flopar com o álbum Warrior, Ke$ha resolver lançar como segundo single uma das canções mais sem cara de "hit" do álbum, a mediana C'mon.


C'mon é um dance pop com cara de "requentado" do começo ao fim. A composição repete clichês do estilo ao extremo, mas tem algumas "brincadeiras" divertidas. A batida tem até uma pegada legalzinha só que ecoa a todo o momento a sensação de "cópia". Por fim, Ke$ha faz nada de mais em uma atuação apática. Flopando em 5,4,3,2 e 1!
nota: 6

12 de outubro de 2012

Compre Um e Leve Outro de Graça

Die Young
Ke$ha

Estou começando achar que alguns produtores estão fazendo uma promoção de pague um, leve duas já que só assim explica o fato de aparecer sempre duas músicas basicamente iguais uma atrás da outra. A última a "sofrer" dessa venda casada é a cantora Ke$ha. Preparando o lançamento do seu segundo álbum de nome Warrior, ela lançou a canção Die Young também conhecida como Domino II.

Claro, que as duas canções têm como produtor Dr. Luke e por isso já deixa a canção no mesmo nicho musical: pop/dance/chiclete/descartável. Só que isso é elevado ao nova categoria quando ele deu para a canção da Ke$ha a mesma estrutura. Deixando de lado o pop "pancadão", Die Young é conduzido por uma batida de violão/guitarra igual a canção da Jessie. Embora seja um esforço para mostrar variedade na musicalidade da Ke$ha, tudo parece almoço requentado de ontem. Sem tantos efeitos na voz, a cantora mostra seu tom de forma mais natural só que já sabemos que não é nada genial. Comparando com a da cantora britânica ela perde de lavada. Para piorar a composição é fraca e sem imaginação. Pior fica saber que de alguma forma Nate Ruess, vocalista do fun., tem a co-autoria nesse desastre de trem. Sabe aquele velho ditado de "que pior não fica"? Dr. Luke provou que isso é papo furado duas vezes.
nota: 5




1 de fevereiro de 2012

Quase Uma Orgia

Sleazy Remix 2.0 - Get Sleazier (feat. Lil Wayne, Wiz Khalifa, T.I. & André 3000)
Ke$ha

Não sei qual a intenção de lançar uma segunda versão remix de uma música que nem ao menos foi single oficial, mas de alguma forma para a Ke$ha funcionou.

Em Sleazy Remix 2.0, ela pegou a melhor parte da música (o toque hip hop com a batida de tambor) e inflou com a participação de quatro rappers. Essa orgia musical dá liga e faz do remix uma das melhores músicas da Ke$ha. Os quatro rappers estão muito bem acompanhado pelo ótimo arranjo. Todos adicionam algo na mistura enquanto Ke$ha fica apenas no refrão como uma coadjuvante. Bons versos, mesmo ainda o tom sendo bem "safado". E o que esperar de uma música chamada "Vulgar"? Pelo menos diverte.
nota: 7

24 de fevereiro de 2011

2 por 1 - Ke$ha

Sleazy
Blow
Ke$ha

Uma das metas da Ke$ha é estourar nossos tímpanos de tanto auto tune que ela usa nas suas músicas. Por isso ela resolveu lançar dois singles do EP Cannibal. Sleazy como promocional e Blow como single oficial.

Tirando a brincadeira, Ke$ha prova que ainda tem muito palha para queimar na sua carreira. Mesmo tendo que abaixar o nível ainda mais. Em Sleazy ela dá uma de 'p*ta recatada" numa mistura de pop/hip hop e Love Don't Cost a Thing da Jennifer Lopez. Ela canta que não que o "amor dela não precisa de ser comprado" e usa quase a mesma estrutura "criativa" do refrão da canção da J.Lo. Mas de alguma forma ela consegue colocar um toque tão vulgar (e não estou falando do nome da música) que chega a constranger:


Rat tat tat tat on your dum dum drum
The beat so phat, gonna make me cum, um, um um, um
(Over to your place!)

A boa sacada da música é na sua batida. Mais crua e cadenciada com um tambor inspirado, Sleazy consegue um suspiro de criatividade. Combinado com os vocais corretos de Ke$ha, a canção se mostra até melhor que o esperado. Isso se você não se incomoda com o teor repetitivo e sem classe.

E por falar em repetição, temos o single oficial de Cannibal, a chata Blow. A canção reúne tudo de chato no atual eletropop farofa: histerismo na batida, vocal no nível máximo do auto tune e letra sobre festejar. Só. Ke$ha continua a repetir a mesma música toda a vez com apenas algumas mudanças. O mais estranho é o fato da música precisar de quatro produtores (Dr. Luke, Max Martin, Benny Blanco e Kool Kojak) para fazer um monte de nada. É a prova que nem sempre duas mentes pensam mais que uma, neste caso, quatro.
nota

Sleazy:6,5
Blow:3

18 de novembro de 2010

A Culpa é da GaGa!

We R Who We R
Ke$ha

Faz mais de um ano,exatamente no dia 21 de Outubro de 2009,que aqui no blog saiu a resenha de Bad Romance da Lady GaGa.Nela além de falar sobre o single,eu contextualizava a situação de GaGa naquele momento:depois do sucesso de The Fame,ela resolveu ser uma esperta/safada e lançar o The Fame Monster que nada mais é que um deluxe edition,mas foi apresentado como EP ou seja ela quis dizer que aquilo era um novo trabalho dela.Balela.Mas no fim das contas The Fame Monster emplacou e ajudou ainda mais as vendagens de GaGa.Pois bem agora é vez de Ke$ha dá uma de safada/esperta e lançar seu EP.
Cannibal é nada mais é que a versão deluxe de Animal que ela e o estúdio quer que a gente engula como um EP independente.E um monte de gente vai engolir,principalmente fãs dela que vão comprar só para depois descobrir que ela vai lançar um versão com os dois lançamentos assim como fez GaGa e tenho que certeza que um monte de gente ainda vai fazer.Deixando de lado isso,Cannibal já lançou o primeiro single.A canção escolhida é a chatinha We R Who We R que já ocupou e saiu do primeiro lugar da Billboard.
We R Who We R tem intenção boa.É um protesto/auto ajuda contra o bullying que vem assombrando as escolas americanas e as nossas também.Ela atinge basicamente todos pois você não pode ser gay,gordo,alto demais,baixo demais,bonito,feio ou qualquer outro aspecto que diferencie você.Legal isso,mas de boas intenções o inferno está abarrotado.A letra é fraca em seu aspecto de composição.Repetindo várias gags como "vamos dançar sem parar" ou "vamos nos divertir" ou "nós somos únicos independente de quem somos",We R Who We R perde a chance de passar uma mensagem mais forte.Coisa que a Katy e a P!nk fizeram muito bem.Cantando Ke$ha parece que entrou completamente bêbada como fez no EMA.Sua voz arrastada e sem graça domina a música que deveria ter um astral mais animado.Melhor dizendo,deveria ter algum astral.Isso junta-se ao arranjo pop dance eletrônico no ponto morto,temos uma canção desanimada e que poderia render bem mais.Disso ninguém pode culpar a GaGa.
nota:5

7 de setembro de 2010

A Linda Menina Que Era Apenas Uma Guenga

Take It Off
Ke$ha
Quenga:Termo utilizado em especial no Nordeste para mulher que vende o corpo por dinheiro
Quenga(SoSingles):cantora,atriz ou qualquer outra forma de artista que é tão safada,mais tão safada em sua maneiras como pop star que só merece esse nome
Então me diga se a Ke$ha não é a guenga mais trabalhada no cabelo seboso que surgiu desde o aparecimento da Dona Florinda?Agora vamos por as cartas na mesa:esse post só está assim completamente sem noção(mais que o normal) porque a safada da Ke$ha só entrou aqui para substituir a Fantasia,pois como eu ainda tenho certa noção do certo e errado,não iria tirar sarro de uma pessoa que tentou se matar esse dias,né?
Então vamos ao que interessa:Take It Off,seu mais novo single,é definitivamente a música mais chata que essa guenga já teve o desprazer de cantar para o mundo.O efeito auto-tune é usado na última potência e se torna horrível mostrando o quanto é frágil a voz dela.Se você precisa de usar tanto,então você está no nível Britney Spears de não saber cantar:

O arranjo até começa bem lembrando um pouco dos anos oitenta com o synthpop e tal,mas a continuação é tão linear e sem graça.Em outras palavra:FAIL².A letra é até legalzinha.Tem uma boa construção,mas é destruída pela "interpretação" de gansa com asmática da Ke$ha.E é só isso.Ser guenga por apenas ser guenga,prefiro a Lady GaGa que lava o cabelo.Até demais.
nota:5

26 de abril de 2010

Ke$ha S.A

Your Love Is My Drug
Ke$ha


Ke$ha é uma fábrica de produzir músicas.Não me refere ao atual sucesso que ela está obtendo.Me refiro a sensação que a cada novo single,a música parece uma continuação da outra.Parece que Ke$ha e os produtores de Animal fizeram uma base para o álbum inteiro e só deram alguns toques finais e colocaram letra diferentes para cada música.Isso é a premissa do terceiro single,Your Love Is My Drug.
Apesar de não ser tão divertida como Tik Tok,a música não tão desastrosa como Blah Blah Blah.Mas isso não impede de ter a mesma estrutura das duas.A música é um pop rasteiro com vocais sem grandes novidades,refrão viciante e uma paradinha antes do final da música.A música tem seus pontos fortes.É dançante e tem letra divertida que seria a "canção de amor" by Ke$ha ao brincar com um amor doentio,mas é meio genérico.É uma música boa,mas seguindo a cartilha a risca.Até quando isso vai continuar funcionando para ela?Quando acabar a novidade,Ke$ha será capaz de continuar no na luz dos holofotes?
nota:7

7 de março de 2010

Calada

Blah Blah Blah (Feat. 3OH!3)
Ke$ha


Antes de qualquer coisa fico imaginando o motivo da comparação de Lady GaGa e a novata Ke$ha.As duas só tem duas coisas em comum:são loiras e fazem um tipo de pop.É só isso.Ke$ha faz um pop simples,radiofônico ao extremo e ordinário(aqui leia-se comum).Se ela for ter uma comparação,sua melhor seria ao da Britney Spears.Se em Tik Tok ela conseguiu pegar certas qualidades de suas características e resultou em uma música boa,ela não consegue repetir mesmo feito no segundo single do álbum Animal,Blah Blah Blah.
A música começa até bem com os versos iniciais com uma batida mais cadenciada meio rap.Quando chega o refrão,aquilo que seria o grande momento da canção,se perde num histerismo de instrumentos e efeitos na voz quase insuportável que decepciona.Depois disso nada mais salva.Para piorar a letra safadinha/medíocre e a participação nada especial do 3OH!3 ferram com resto lindamente.Então um minuto de silêncio para um música que poderia ser boa mais foi brutalmente assassinada antes de ser.
nota:5

3 de novembro de 2009

Como Fazer um Sucesso Instantâneo

Tik Tok
Ke$ha


Fazer uma música boa é muito difícil.Precisa escolher um tema para letra.Precisa escrever uma letra descente.Escolher o gênero.Produzir o arranjo.Gravar a voz.Depois disso fazer a mixagem.Colocar a música em um álbum que tenha um contexto.E caso seja escolhido como single vai o lançamento,divulgar,gravar um vídeo clipe e pensar na performance ao vivo.Fazer um hit é ainda mais complicado.Além de pensar em tudo isso,precisa ter o "timing" perfeito.Esse "timing" é de saber qual música em qual momento vai se tornar sucesso.Vejamos o caso da novata Ke$ha e sua música Tik Tok.
Enquanto tentava fazer uma carreira no mundo fazendo vocais para Britney Spears,co-escrevendo músicas para Miley Cyrus,Ke$ha conheceu o produtor Dr.Luke.Ele a convidou para fazer uma "participação" na música produzida por ele para o rapper Flo Rida,Right Round(coitada,a menina era tão desconhecida que até o nome eu escrevi errado).A música virou hit mas ninguém ficou conhecendo a moça.Então,apostando na moça ou como forma de agradecimento,Dr.Luke produziu o primeiro single dela.Tik Tok foi criada.A música mais perfeita para o momento da música atual.Ela é pop chiclete já que Britney Spears voltou a moda.Ela é eletrônica também já que Lady GaGa está com tudo.Ela tem atitude "para frentex" assim como a Katy Perry.Juntando esses três elementos temos a mais forte candidata a hit do final de ano.E o mais surpreendente que essa colcha de retalho possa parecer,ela é sim uma boa canção.
Ke$ha constrói um viciante e divertido pop eletrônico cheios de referências e tiradas pop.Seu sua voz não é melhor surgida na última década ela compensa isso com personalidade de sobra.A batida já se mostra original e pegajosa desde o primeiro verso,soma a isso as brincadeiras com os vocais e partes da letra e temos o som deu um hit poderoso em poucos segundos de execução.A letra é outro ponto forte:super divertida e em certos momentos genial(Mas nós chutamos eles para o escanteio, e só terão chance conosco se parecerem com o Mick Jagger).Além de o refrão mais viciante do ano.
Mas como tudo não é flores,principalmente para uma estreante,a música perde a potência ao se render ao um dos clichês mais usados no meio:antes do refrão final o arranjo dá lugar a uma passagem mais lenta onde Ke$ha faz um "solo" para depois estourar na parte final da canção.Mas por um breve momento uma passagem com batidas de palmas dá uma quebrada nisso e eleva o final ficar broxante.Entendeu?Anotou?Então ache um produtor e faça seu hit.
nota:7,5