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1 de julho de 2012

As 50 Maiores Cantoras de Todos os Tempos

Part. I
Part. II
Part. III
Part. IV
Part.V
Part. VI
Part. VII 
Part. VIII
Part. IX
Part.X
Part.XI

Final


1.Billie Holiday
Infância

Nascida Eleanora Fagan em 7 de abril de 1915, na Filadélfia, Pensilvânia. (Algumas fontes dizem Baltimore, Maryland. Sua certidão de nascimento supostamente lê "Elinore Harris."). Uma das cantoras de jazz mais influentes de todos os tempos, Billie Holiday teve uma carreira próspera por muitos anos antes de suas batalhas com o abuso de drogas, o que levou o seu melhor.

Holiday passou grande parte de sua infância em Baltimore, Maryland. Sua mãe, Sadie, era apenas uma adolescente quando a teve. Clarence Holiday, supostamente o pai, tornou-se um músico de jazz de sucesso, tocando com nomes como Fletcher Henderson. Infelizmente para Billie, ele era apenas um "visitante" em sua vida enquanto crescia. Sadie casou com Philip Gough em 1920 e durante alguns anos, Billie teve uma vida familiar pouco estável. O casamento terminou alguns anos mais tarde, deixando Billie e Sadie lutando sozinhas outra vez. Às vezes, Billie era deixada aos cuidados de outras pessoas.

Holiday começou a faltar à escola, e ela e sua mãe foram ao tribunal por evasão escolar. Ela foi então enviada para a House of Good Shepherd, uma instituição para garotas negras problematicas em Janeiro de 1925. Com apenas 9 anos de idade na época, Holiday foi uma das mais jovens meninas internadas na instituição. Ela foi devolvida aos cuidados de sua mãe em Agosto do mesmo ano. De acordo com a biografia de Donald Clarke, Billie Holiday: Wishing on the Moon, ela voltou para lá em 1926 depois de ter sido abusada sexualmente.


Em sua difícil início de vida, Holiday encontrou consolo na música, cantando junto com os discos de Bessie Smith e Louis Armstrong. Ela seguiu a mãe que se mudou para Nova York no final dos anos 1920, e trabalhou em uma casa de prostituição no Harlem durante algum tempo. Por volta de 1930, Holiday começou a cantar em clubes locais e rebatizou-se de "Billie" depois da estrela de cinema  Billie Dove.



Descoberta


Na idade de 18 anos, Holiday foi descoberta pelo produtor John Hammond, enquanto ela estava tocando em um clube de jazz do Harlem. Hammond foi fundamental para o começo da carreira de Holiday com o clarinetista Benny Goodman. Com Goodman, ela cantou várias faixas, incluindo seu primeiro lançamento comercial "Your Mother's Son-In-Law" e em 1934 o hit "Riffin' the Scotch".

Conhecida por seu fraseado característico e a voz expressiva, às vezes melancólica, Holiday passou a gravar com o pianista de jazz Teddy Wilson e outros em 1935. Ela fez vários singles, incluindo "What a Little Moonlight Can Do" e "Miss Brown to You". Nesse mesmo ano, Holiday apareceu com Duke Ellington no filme "Symphony in Black".


Count Basie Orchestra

Nessa época, conheceu e fez amizade com o saxofonista Lester Young, que fazia parte da orquestra de Count Basie. Ele mesmo viveu com Holiday e sua mãe Sadie por um tempo. Young deu a Holiday o apelido de "Lady Day" em 1937-nesse mesmo ano, ela ingressou na banda de Basie. Em troca, ela chamou ele de "Prez".

Holiday saiu em turnê com a Count Basie Orchestra em 1937. No ano seguinte, ela trabalhou com Artie Shaw e sua orquestra. Ela inovou com Shaw, tornando-se uma das primeiras cantoras negra a trabalhar com uma orquestra com um maestro e integrantes brancos. Promotores se opuseram contra Holiday devido sua raça e por sua estilo vocal único e ela acabou deixando a orquestra devido a sua frustração.
 

Carreira Solo

Arriscando por conta própria, Holiday se apresentou na
New York's Café Society. Lá ela desenvolveu um pouco de sua persona no palco colocando gardênias no cabelo e cantando com a cabeça inclinada para trás.

Durante este compromisso, Holiday também estreou duas de suas mais famosas canções "God Bless the Child" e "Strange Fruit". A Columbia, sua gravadora na época, não estava interessada em "Strange Fruit" (1939), que tinha uma história poderosa sobre o linchamento de negros no sul. Holiday gravou a música com a gravadora Commodore. Esta balada é considerada uma das suas assinatura e a controvérsia que a cercou (algumas estações de rádio proibiram de tocar) ajudou a torná-la um sucesso.

Ao longo dos anos, o Holiday cantou muitas músicas de relacionamentos tempestuosos, incluindo "
T'ain't Nobody's Business If I Do" e "My Man". Essas músicas refletiam os romances pessoais que eram muitas vezes destrutivos e abusivos. Ela se casou com James Monroe em 1941. conhecida por beber, Holiday pegou hábito seu novo marido de fumar ópio. O casamento não durou, mas os problemas de Holiday com abuso de substâncias continuaram.

Problemas Pessoais

Nesse mesmo ano, Holiday gravou e lançou o sucesso "God Bless the Child". Mais tarde, ela assinou com a Decca Records em 1944 e lançou "Lover Man". O namorado dela na época era o trompetista Joe Guy, e com ele, ela começou a usar heroína. Após a morte de sua mãe em outubro de 1945, Holiday começou a beber mais pesadamente e aumentou o uso de drogas para aliviar sua dor.

Apesar de seus problemas pessoais, Holiday continuou a ser uma grande estrela no mundo do jazz e até mesmo na música popular também. Ela apareceu com seu ídolo Louis Armstrong em 1947 no filme New Orleans, embora desempenhando o papel de uma empregada doméstica. Infelizmente, o uso de drogas férias lhe causou um grande retrocesso profissional naquele mesmo ano. Ela foi presa e condenada por posse de drogas em 1947. Condenada a um ano e um dia de prisão, Holiday foi para uma clínica de reabilitação federal em Alderston, West Virginia.

Libereda no ano seguinte, Holiday enfrentou novos desafios. Por causa de sua convicção, ela era incapaz de obter a licença necessária para tocar em cabarés e clubes. Holiday, no entanto, ainda pode executar em salas de concerto e teve um show com ingressos esgotados no Carnegie Hall, não muito tempo depois de sua libertação. Com a ajuda de John Levy , dono de um clube em New York, Holiday mais tarde começou a tocar no
New York's Club Ebony. Levy se tornou seu namorado e agenre até o final da década de 1940, juntando-se às fileiras dos homens que se aproveitaram de Holiday. Também nessa época, ela foi novamente presa por drogas, mas ela foi absolvido das acusações. 

Anos Finais

Enquanto sua vida difícil refletia em sua voz, Holiday continuou a turnê e a gravar na década de 1950. Ela começou a gravar para Norman Granz, o proprietário de várias gravadoras de jazz de pequeno porte em 1952. Dois anos mais tarde, o Holiday teve uma turnê de enorme sucesso na Europa.

Holiday também chamou a atenção do público, compartilhando sua história de vida com o mundo em 1956. Sua autobiografia, Lady Sings the Blues (1956), foi escrito em colaboração com William Dufty. Parte do material incluído, no entanto, devem ser lidos com certo cetiscismo. Holiday foi extremamente grossa quando trabalhou com Dufty no projeto e ela alegou nunca ter lido o livro depois de ter sido lançado.

Por esta altura, Holidays se envolveu com Louis McKay. Os dois foram presos por poss
e de drogas em 1956. Eles se casaram no México no ano seguinte. Como muitos outros homens em sua vida, McKay usou o nome de Holiday e dinheiro para promover a si mesmo. Apesar de toda a dificuldade que ela vinha experimentando com sua voz, ela conseguiu dar um desempenho impressionante na televisão quando o canla CBS transmitiu o especial The Sound of Jazz com Ben Webster, Lester Young e Coleman Hawkins.


Depois de anos de gravações sem brio e vendas recordes, Holiday gravou Lady in Satin (1958) com a orquestra de Ray Ellis para a Columbia. As músicas do álbum apresentaram sua voz mais áspera voz até então, mas que ainda podia transmitir grande intensidade emocional. Ela fez sua última apresentação em Nova York em 25 de maio de 1959. Não muito tempo depois deste evento, Holiday se internou no hospital por problemas cardíacos e no fígado. Ela estava tão viciada em heroína que ela foi detida por posse enquanto estava no hospital. Em 17 de julho de 1959, férias morreu de complicações devido ao álcool e as drogas.

Legado

Mais de 3.000 pessoas  foram dizer adeus a Lady Day em seu funeral realizado em catedral de
St. Paul em 21 de julho de 1959. O "mundo do jazz" assistiu a ocasião solene incluindo Benny Goodman, Gene Krupa, Tony Scott, Rogers Buddy e John Hammond.

Considerado uma dos melhores vocalistas de jazz de todos os tempos, Holiday foi uma influência para muitos outros artistas que seguiram seus passos. Sua autobiografia foi tranformada no filme Lady Sings the Blues 1972 com Diana Ross no papel de Holiday, o que ajudou a renovar o interesse em gravações da cantora. Em 2000, Billie Holiday foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame com Diana Rossfazendo as honras.


Fonte: http://www.biography.com/people/billie-holiday-9341902

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10 de junho de 2012

As 50 Maiores Cantoras de Todos os Tempos

Part. I
Part. II
Part. III
Part. IV
Part.V
Part. VI
Part. VII 
Part. VIII
Part. IX
Part.X

Parte XI

2.Aretha Franklin

Talento Precoce

Nascida Aretha Louise Franklin em 25 de março de 1942, em Memphis, Tennessee, filha de um pastor batista, o reverendo Clarence La Vaughan "CL" Frankln e uma
uma cantora gospel, Barbara Siggers Franklin. A quarta de cinco filhos, seus pais separam quando ela tinha seis anos. Quatro anos mais tarde, sua mãe morreu de um ataque cardíaco. Guiados pelas atribuições de pastor do pai, a família se mudou para Detroit, Michigan. Depois se mudaram para a Nova Igreja Batista Betel de Detroit onde o pai ganhou fama nacional.

Os dons musicais Franklin apareceram muito cedo. Autodidata, ela foi considerada uma criança prodígio. Sendo uma pianista dotada de uma voz poderosa, Franklin cantava na frente da congregação de seu pai em Detroit. Com a idade de 14 anos, ela gravou algumas de suas primeiras faixas na igreja. Ela também se apresentava nas pregações do pai em outras cidades e, enquanto estava em turnê, ela fez amizade com grandes nomes do gospel, como Mahalia Jackson, Sam Cooke e Ward Clara. 


Estrela do Soul

A vida na estrada expoes Franklin aos comportamentos adultos e com a idade de 15 anos, ela se tornou mãe. Seguido dois anos depois pelo seu segundo filho. Após um breve hiato, ela voltou aos palcos, acompanhada de heróis como Cooke e Dinah Washington em território pop e blues. Com a bênção de seu pai, Franklin viajou para Nova York em 1960. Depois de ser cortejado por várias gravadoras, incluindo Motown e RCA, Aretha assinou contrato com a Columbia Records. Ela lançou
The Great Aretha Franklin pela gravadora no mesmo ano.

Em 1961, o single "
Rock-A-Bye Your Baby With A Dixie Melody" ficou em 37° nas paradas pop. Franklin teve algumas top 10 singles nas paradas de R & B, mas eles não conseguiram mostrar o talento evidente em sua música gospel. Ela e o novo marido/gerente Ted White decidiram que Franklin deveria-se mudar para a gravadora Atlantic em 1967.

Junto com músicos de soul, blues, rock e gospel, incluindo os guitarristas Eric Clapton e Duane Allman, Aretha gravou o single "I Never Loved A Man (The Way I Love You)." Em meio a sessões de gravação, White discutiu com um membro da banda de apoio fazendo que Aretha e ele saissem da gravadora. Como o single se tornou um enorme sucesso, Franklin voltou para Nova York, e pode terminar de gravar "Do Right Woman, Do Right Man.."

Franklin consolidou seu reinado em 1967 e 1968 com uma série de singles que se tornaram clássicos. Em 1967, o álbum "I Never Loved A Man (The Way I Love You)" foi lançado. A primeira canção do álbum, "Respect", uma regravação de uma música de Otis Redding, chegou a No. 1 nas paradas pop e R&B, e ganhou Aretha seus dois primeiros prêmios Grammy. Ela também teve hits com
"Baby I Love You,'' "Think," "Chain of Fools,'' "I Say A Little Prayer" "(You Make Me Feel Like) A Natural Woman."

Em 1968, Franklin foi convocada para se apresentar no funeral de Martin Luther King, Jr. Ela prestou homenagem ao amigo de seu pai com uma interpretação sentida de "Precious Lord." Ela também cantou na Convenção de 1968 do Partido Democrata. No ano seguinte, ela e White se divorciaram. Franklin cantou novamente no funeral de 1972 de Mahalia Jackson. Estimulada pelo falecimento de Jackson e um ressurgimento subsequente da música gospel, ela lançou Amazing Grace em 1972 vendendo mais de dois milhões de unidades, se tornando o álbum gospel mais vendido na época.

Lutas Pessoal e Profissional
O sucesso continuou ao longo dos anos 70 levando para casa oito prêmios Grammy's consecutivos de
Best R&B Female Vocal Performance, ela ganhou o título de "A Rainha do Soul". Trabalhou incansavelmente e expandiu seu repertório para incluir rock e pop, mas em 1975 o seu som estava desaparecendo em favor da mania da discoteca. Na esteira deste novo gênero, um conjunto emergente de jovens cantores negros como Chaka Khan e Donna Summer começaram a eclipse Franklin. Ela encontrou um alivio em 1976  como o sucesso da trilha sonora do filme Sparkle, bem como um convite para atuar na posse presidencial de 1977l. Em 1978, ela casou com o ator Glynn Turman.

Uma série de farcassos acarretou o termino da relação de Franklin com a Atlantic em 1979. No mesmo ano, seu pai foi hospitalizado após uma tentativa de assalto em sua casa o deixando em coma. Como sua popularidade diminuiu e a saúde de seu pai abalada, Franklin também foi pega pelo Imposto de Renda. A participação especial no filme The Blues Brothers (1980) ajudou Franklin reviver sua carreira. Cantando "Think'' ao lado dos comediantes John Belushi e Dan Aykroyd expondo ela para uma nova geração de R & B amantes,. Logo ela assinou contrato com a Arista Records. Seu novo álbum foi lançado em 1982
Jump To It, um álbum que fez enorme sucesso nas paradas de R & B e Franklin ganhou uma indicação ao Grammy. Dois anos depois, ela divorciou de Turman. No mesmo ano, seu pai faleceu.

Regresso

Em 1985, Aretha lançou outro álbum de grande sucesso. O registro pop
Who's Zoomin' Who? contou com a  canção "Freeway of Love",  uma colaboração com a popular banda de rock Eurythmics. O trabalho se tornou álbum de Aretha mais vendido até hoje. Seu álbum seguinte, Aretha de 1986, também foi sucesso, e o dueto com George Michael  "I Knew You Were Waiting (For Me)'' foi número 1 nas paradas pop. No ano seguinte, a intrudução de Franklin para o Rock and Roll Hall da Fama marcou a primeira vez que uma mulher havia sido concedido tal honra. No mesmo ano, a Universidade de Detroit creditou ela com um doutoramento honoris causa. Em 1993, ela foi convidada para cantar na posse de Bill Clinton e em 1994 foi dado para ela um Grammy especial. Ao longo dos próximos anos, ela tornou-se tema de documentários e de várias homenagens.

Em 1998, Franklin reprisou seu papel anterior em Blues Brothers 2000, lançou o best-seller "A Rose Is Still A Rose", e substituiu Luciano Pavarotti, que estava doente demais para aceitar o seu Lifetime Achievement Award. Sua interpretação de "Nessun Dorma" recebeu ótimas críticas.

Em 2003, Franklin lançou seu último álbum de estúdio pela Arista, So Damn Happy. Dois anos depois, ela recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade e se tornou a segunda mulher de sempre a ser eleita
para o Reino Unido Music Hall of Fame. Em 2008, ela recebeu seu 18° prêmio Grammy pela canção "Never Gonna Break My Faith", uma colaboração com Mary J. Blige e foi escolhida para cantar na inauguração do presidente Barack Obama. Mais recentemente, Franklin lançou seu primeiro álbum em seu próprio selo, A Woman Falling Out of Love, em 2011.

Para promover seu álbum, Franklin deu vários concertos, incluindo uma temporada de duas noites no famoso Radio City Music Hall, em Nova York. Ambos os fãs e críticos ficaram impressionados com suas performances em que ela mostrou que a "Rainha do Soul" ainda reina supremo.

Em sua vida pessoal, no entanto, Franklin parecia estar passando por momentos difíceis. Ela anunciou que ela iria se casar com seu  "amigo para sempre" William "Willie" Wilkerson em janeiro de 2012. Apenas pouco tempo depois, Franklin disse à imprensa que o casamento fora cancelado. O casal tinha "decidido que estavam andando um pouco rápido demais e havia uma série de coisas que não tinha sido pensada cuidadosamente."

Mais de uma semana depois de romper seu noivado, Franklin sofreu outra grande perda pessoal. A morte de sua afilhada, Whitney Houston, em 11 de fevereiro de 2012,
entristecido profundamente  ela. "É tão impressionante e inacreditável", Franklin escreveu em sua página do Facebook. "Meu coração vai para Cissy, sua filha Bobbi Kris, sua família e Bobby".

Fonte:http://www.biography.com/people/aretha-franklin-9301157?page=1 

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18 de maio de 2012

As 50 Maiores Cantoras de Todos os Tempos

Part. I
Part. II
Part. III
Part. IV
Part.V
Part. VI
Part. VII 
Part. VIII
Part. IX


Part. X

5.Elis Regina

Quando você chora a glote se abre para ajudar na passagem do ar, por isso, quando uma pessoa tenta falar, além de ser difícil, a voz sai esganiçada. Imagine tentar cantar. Isso era o que Elis fazia. Quando se emocionava no meio de uma música, ela simplesmente chorava e continuava a cantar "normalmente". Quem já viu alguma interpretação dela para a canção Atrás da Porta sabe do que falo. A maior cantora brasileira de todos os tempos sempre esteve além da sua própria geração não encontrando ninguém a sua altura. Trinta anos após sua morte Elis é reverenciada por qualquer um conhece um pouco do que é música de verdade. A Pimentinha deixou seu legado para a eternidade.

4.Édith Piaf
Ela não alcançava direito um metro e quarenta centímetros de altura, mas o ela tinha de talento dentro de si a fazia ficar com dois metros de altura. A francesa Édith tirou de sua vida a alma de sua voz. Faço uma pequena lista do que passou: pobreza, perdeu uma filha aos dezessetes anos de meningite, se prostituiu, teve que cantar nas ruas para viver, perdeu o amor da vida dela em uma acidente de carro, teve três sérios acidentes de carro e por conta disso se vicio em remédios para a dor e também em álcool, passou por três reabilitações e morreu aos quarenta e sete anos de câncer. Contudo, sua vida foi dedicada a cantar sendo sua única alegria de verdade. Os hinos La Vie en Rose e Non, je ne regrette rien são as maiores representações de uma carreira marcada na história.

3.Barbra Streisand
Era uma vez uma pobre jovem judia que tinha apenas um sonho: se tornar uma atriz. Porém, havia vários fatores que fazia desse sonho impossível. Além da condição de vida, ela não tinha uma beleza padrão para conquistar as telas de cinema. Contudo, o que destino não contava era que essa jovem era Barbara Joana Streisand, ou como ficou conhecida depois, Barbra Streisand. Ela começou cantando em boates nos anos cinquenta até que conseguiu uma chance de gravar seu primeiro álbum The Barbra Streisand Album em 1963. Então, o mundo viu qual era o tamanho do talento que aquela jovem tinha. Uma voz completamente fora desse mundo e de qualquer outro mundo. O álbum se tornou um sucesso e venceu o Grammy de Álbum do Ano. A caminhada de glória de Barbra continuou se entrelaçando ao seu genial trabalho como atriz/diretora/produtora ao longo de mais de quarenta anos de carreira (veja mais informações aqui). O que mais falar de um ícone que tem 36 álbuns sendo a única artistas que colocou ao menos um CD no topo das paradas em cinco décadas diferentes, vendeu mais 150 milhões de cópias, venceu 15 Grammy's? Ela é simplesmente Barbra.


Para corar as duas cantoras que ficaram nos primeiros lugares, vou fazer especiais separados para vocês conhecerem mais profundamente as maiores cantoras de todos os tempos. Aguardem!

3 de maio de 2012

As 50 Maiores Cantoras de Todos os Tempos

Part. I
Part. II
Part. III
Part. IV
Part.V
Part. VI
Part. VII 
Part. VIII




Parte IX

10.Madonna
Não se chama uma pessoa sem sangue azul de Rainha sem motivos. Não se idolatra uma pessoa sem motivos. Não a transforma em lenda ainda nova e em vida apenas por gostar dela. Não há deusa sem poder. Não há música sem Madonna. Aquela garota que começou como um fenômeno nos anos oitentas (muitos achavam que ela seria apenas uma fase) se tornou um dos maiores forças da música de todos os tempos ajudando a transformar a visão que o mundo tinha em relação ao que era um ídolo. Sempre mudando os rumos da carreira ao recriá-la toda vez que lançava um novo álbum. Contudo, não só foi isso que ajudou ela a se tornar quem é hoje em dia. O talento incomparável a consolidou de maneira eterna no hall das lendas do mundo da música. Se em uma carreira longa tão rica não é fácil decidir qual é a música definitiva, mas podemos citar um dos clássicos de sua autoria que está acima do bem e do mal: Like a Prayer.


9.Dolly Parton
A Rainha do Country pode até não ser conhecida aqui no Brasil e em várias partes do mundo, mas sua importância vai muito além da sua fama. Dolly Parton é uma das compositoras mais respeitadas de língua inglesa. Sua carreira, começada em 1967(!), se construiu a partir do talento de compositora que ela mostrou ter. De sua composição veio clássicos como Coat of Many Colors, Jolene, I Will Always Love You e My Tennessee Mountain Home que são consideradas entre as maiores canções de todos os tempos. Com a composição de 9 to 5, Dolly ganhou o Oscar de Melhor Canção e ainda estabeleceu uma boa e longa carreira no cinema como atriz em filmes como em Como Eliminar Seu Chefe e Flores de Aço. E hoje em dia desfruta da fama de ser uma das maiores (e simpáticas) estrelas da música.

8.Etta James
Infelizmente, ainda muitas estrelas só recebem o verdadeiro reconhecimento depois da morte. E esse é o caso de Etta James que se foi no começo do ano aos 78 anos de vida. Uma vida que deveria ser exemplo em todos os aspectos. Depois de anos viciada em drogas, Etta deu a volta por cima a se livrar do vicio ainda na década de oitenta. Sua carreira decolou no começo dos anos sessenta com o lançamento do clássico álbum At Last! de onde a música At Last se tornou, não só seu maior sucesso, mas um definidor de águas inaugurando o R&B moderno. Assim só digo que lendas não morrem, apenas vão se apresentar em outros palcos.

7.Tina Turner
Eu podia falar sobre toda a carreira gloriosa dela, mas para realmente representar Tina vou contar uma história que define ela:

"Tina era casada com o também musico Ilke Turne, de onde ela "tirou" o sobrenome. Durante muito tempo eles formaram uma dupla de sucesso onde ela era a frontwoman e ele o produtor e empresário. Na vida pessoal, Ilke era extremamente violento e agredia psicologicamente e fisicamente Tina durante muitos anos. Com o crescimento da fama de Tina em carreira solo, Ilke tentou controlar ainda mais ela. Em uma determinada noite em 1977 antes de um show, Ilke começou a agredir Tina dentro de uma limusine. Então, pela primeira vez, ela revidou as agressões e conseguiu fugir. Sem dinheiro ou documentos, ela parou em um hotel e pediu um quarto e prometeu que iria pagar pelo quarto depois. A união entre os dois foi desfeita tanto profissionalmente quanto pessoalmente. No julgamento do divorcio, Tina tinha o direito de reclamar sua parte na fortuna que ela e o marido construiram juntos. Contudo, Tina reivindicou apenas o direito de usar o sobrenome Turner pois "ela tinha dado duro para construir". Durante alguns anos ela passou dificuldades tendo que fazer faxina na casa de amigos para sobreviver. Anos mais tarde ela deu a volta por cima com o lançamento de Private Dancer".

Isso difere cantora de divas. E divas de lendas.

6.Whitney Houston
Vamos aos fatos: essa lista foi feita bem antes da morte de Houston e a posição dela não foi alterada em nenhum número desde então. E mesmo se fosse, seria injusto? Não. Para quem esteve na Terra nos últimos 30 anos sabe que a maior voz dessa geração nem precisaria de explicações para estar aqui. A voz que embalou milhões de pessoas. A presença que emocionou platéias. O nome que vai morar em nossos corações para sempre.

15 de abril de 2012

As 50 Maiores Cantoras de Todos os Tempos

Part. I
Part. II
Part. III
Part. IV
Part.V
Part. VI
Part. VII


Parte VIII

15.Diana Ross
Ela começou a carreira como parte do grupo The Supremes fundado na histórica Motown. Com o grupo, ela fez história ao emplacar 12 números um na parada americana, um feito incrível para um grupo de apenas mulheres e negras. Contudo, sua estrela brilhava muito mais que as colegas. Por isso, a gravadora a lançou em carreira solo onde ela se transformaria a primeira super star da música com cerca de 100 milhões de cópias vendidas e uma carreira de mais de 50 anos. Fato curioso: vocês sabiam que ela foi indicada ao Oscar em 1973 de Melhor Atriz pelo filme Lady Sings the Blues cinebiografia da lenda do jazz Billie Holiday perdendo para Liza Minnelli?

14.Amy Winehouse
Um meteoro que passou quase na velocidade da luz. O que essa franzina inglesa para o mundo foi um originalidade já esquecida, uma vivacidade já morta, uma luz já apagada. Sua influência deve se transformar em lenda em algumas décadas quando novas gerações descobrirem ela como lenda musical. Sim, sua vida pessoal destruiu um dos maiores talentos. Porém, seu legado musical ira se sobrepor a isso e apenas ficara a lembrança e a lição. Assim como Back to Black será seu maior legado.

13.Cher

Poucas pessoas podem ser consideradas ícones desde o começo da carreira. Desde que começou ao lado do então marido, Sonny, ela virou ícone seja pelo talento ou bela beleza exótica. Com ele, ela lançou o hino I Got You Babe. Após o fim da parceria no casamento e no trabalho, ela passou por um peróodo de esquecimento até que se reinventou como atriz. Consagrou-se em Cannes com o filme Marcas do Destino, ganhou indicação de coadjuvante no Oscar por Silkwood - O Retrato de uma Coragem e foi ovacionada de pé ao vencer por Feitiço da Lua na categoria de Melhor Atriz no Oscar de 1986. No mesmo período voltou a brilhar na carreira musical com o hit If I Could Turn Back Time. No final da década de noventa voltou a se reinventar com o lançamento de Believe, que com advento do auto-tune mudou a cara do pop. Esse ano ela volta para mais um recomeço. Um ícone além do tempo.

12.Janis Joplin
Seria muito fácil eu colocar apenas cantoras que eu realmente conheço profundamente. Seria, mas eu não assim. A maior cantora de rock de todos os tempos merece o seu espaço aqui por ser a maior cantora de rock de todos os tempos. Sua voz rouca que misturava a soul e blues é um das vozes mais poderosas que a música já teve. Sempre imitada, nunca igualada. Assim com vários nomes além do seu tempo ela se foi com apenas 27 anos, mas sempre terá um "Piece of My Heart" para ela em todos nós.

11.Mariah Carey
Redundante falar dela como uma das maiores cantoras de todos os tempos? Sim, então vamos ser redundantes. A maior vendedora de álbuns desde Michael Jackson (ok, tem uma discordância entre ser ela e a Rainha do Pop, mas a maioria das fontes aponta ela), a dona de mais hits desde os Beatles, uma das maiores fortunas do showbussines, a maior voz surgida na sua época, dona de um dos mais impressionantes comebacks da música e etc. Como não posso citar todas suas músicas, vou citar apenas a primeira como o marco da carreira dela: Vision of Love. Pronto, fomos mais que redundantes.


Como eu reparei que houve certa "polêmica" com a minha lista, quero fazer uma proposta: quem acerta o primeiro lugar. É difícil, mas não impossível. E quem quiser pode indo chutando as outras primeiras também. Comentem!

6 de abril de 2012

As 50 Maiores Cantoras de Todos os Tempos

Part. I
Part. II
Part. III
Part. IV
Part.V
Part. VI

Parte VII

20. Cyndi Lauper
Sem ela os anos oitenta não teriam sido os mesmos. O pop não seria o mesmo. A definição de cantora pop não seria o que é hoje.  Em suma, a música não teria sido a mesma. Com sua originalidade, ela conquistou fãs por tudo o mundo e até hoje é um dos maiores e mais atuantes ícones do pop. As clássicas Girls Just Want To Have Fun e Time After Time vindo do genial She's So Unusual são as marcas registradas de uma cantora mutante e com um talento impressionante.

19.Adele
Não é só pelo sucesso arrebatador que nos dias de hoje é uma raridade, não é só pelo sucesso de criticas ou pelo recorde de Grammy's. Não, ela está aqui por ser a nata do talento. União perfeita de cantora, compositora e performance. 21 pode a primeira obra prima de muitas que vem por aí. Sei que vai ter gente reclamando, mas vamos ao fato: ela é a melhor cantora surgida nos últimos vinte anos.

18.Lauryn Hill
Se não bastasse ter sido parte do lendário grupo de hip hop Fugees, ela é a dona de uma das carreiras mais glorificadas do mundo da música com apenas um álbum lançado até hoje. Em The Miseducation of Lauryn Hill foi primeiro álbum de hip hop a ganhar o prêmio de Álbum do Ano no Grammy, além de mais quatro prêmios na mesma noite. Rapper de primeira classe e dona de uma voz delicada e melódica, ela prometeu voltar esse ano. Assim esperamos, pois o mundo precisa dela. Amém!

17.Mary J. Blige
Se a cantora anterior tem a carreira respeitada pela pouco e respeitada discografia, a Queen of Hip-Hop Soul é respeitada pela grande e respeitadíssima discografia que tem clássicos como What's the 411?, No More Drama e The Breakthrough. Única artista a ganhar Grammy's nas categorias de pop, R&B, hip hop e gospel, ela alcançou a estabilidades de apenas lendas conseguem. A voz poderosa consegue transitar em qualquer estilo em um mesmo trabalho sem perder a classe e a alma.

16.Alanis Morissette
Outra que promete voltar esse ano (espero que na melhor forma) com uma bagagem impressionante para uma, ainda garota, fez um dos álbuns mais pessoais da música. Jagged Little Pill é um confessionário aberto e acachapante de um coração quebrado. Mesmo com certos altos e baixos na carreira sua importância para a música, em especial o rock, é incomparável. Sem precisar falar, tenho certeza que a maioria de quem está lendo esse post pode falar de no mínimo umas três músicas dela. Isso é fato. Como Alanis é a cara de uma geração e ainda vai conseguir muitos fãs ao longo dos anos. 

25 de março de 2012

As 50 Maiores Cantoras de Todos os Tempos

Part. I
Part. II
Part. III
Part. IV
Part.V

Part. VI

25.Alicia Keys
Ela ajudou a dar a nova cara para o soul e apresentou para uma nova geração que divas da músicas podem ser mais que apenas uma voz. Multi-instrumentista, compositora, produtora e atriz. Songs in A Minor é considerado um dos clássicos modernos e canções como No One, Fallin' e If I Ain't Got You já estão gravadas na história da música.

24.Kylie Minogue
Quem diria que uma australiana que ficou conhecida com duas músicas no final da década de oitenta teria uma das mais importante e longínqua carreira do pop. O fato é que ela só não ultrapassa a própria Rainha do Pop. Indispensável para quem realmente curte pop e não só modinhas, músicas como Slow, Come Into My World , I Should Be So Lucky, The Loco-Motion e All the Lovers ficaram gravados no panteão das grandes músicas do estilo. E lá no topo estará Can't Get You Out of My Head.

23.Beyoncé
O que podemos falar da artista que redefiniu o conceito de estrela na última década? A mais importe cantora abaixo dos quarenta elevou o patamar para um nível onde poucas estão. Respeitada pela classe, elogiada pela crítica e amada por milhões de pessoas de todo o mundo quebrando barreiras de raça, credo e idade. Ela é o pacote mais do que completo que um artista pode ser. Crazy in Love, Irreplaceable e Single Ladies (Put a Ring On It) são só a nata de uma carreira que ainda promete muito.

22.Sade Adu
O belo rosto e a bela voz por trás do grupo que leva seu nome, a britânica que arrasta uma legião de fãs desde os meados dos anos oitenta com seu estilo soul/jazz. Não há como duvidar que mesmo se mantendo longe dos holofotes durantes grandes hiatos ela sempre consegue se manter um degrau acima da maioria das cantoras com seu charme, classe e talento. No coração de milhões ficaram Smooth Operator, No Ordinary Love, By Your Side e The Moon And The Sky.

21.Céline Dion
Uma das rainhas que dominaram os anos noventa, a canadense de descendência francesa se tornou uma das maiores vendedoras de CD's de todos os tempos, mas não por acaso. Juntando um sequência de sucessos arrasa quarteirões e uma voz incomparável ela foi lançada ao Olímpio das grandes estrelas mundiais onde sempre vai ficar. Assim como My Heart Will Go On (para o bem ou para o mal), Because You Loved Me, Beauty and the Beast e suas versões para Beauty and the Beast e The Power of Love.