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11 de agosto de 2023

O Fundo do Fundo Poço

MIND YOUR BUSINESS
will.i.am & Britney Spears


Você se lembra que a Britney Spears lançou uma música recentemente? Então, acredito que esquecer o desastre Mind Your Business seja o melhor caminho.

Quarta parceria com o will.i.am, a canção é a pior canção da carreira da Britney por quilômetros de distância. Na verdade, o resultado dessa bomba nuclear é uma das piores canções que ouvir na minha vida. E isso é dizer muito. Produzido pelo rapper, Mind Your Business é uma EDM extremamente podre, capenga, irritante e sem um pingo de criatividade que parece ser o trabalho de inteligência artificial na sua pior estancia. E, apesar da hedionda produção, a composição canhestra é a chave de ouro da desgraça, especialmente no horripilante refrão. A única coisa boa da canção é ver que a Britney está disposta a recomeçar a sua carreira. Só precisa de entregar algo que seja no mínimo mediano.
nota: 1



3 de fevereiro de 2023

Uma Segunda Chance Para: Work Bitch

Work Bitch
Britney Spears

Britney Spears nunca foi conhecida por ter grandes arrombos de criatividades que pudessem quebrar quaisquer expectativas. Existem alguns momentos aqui e ali que podem se encaixar nessa categoria, mas o único momento genuíno é um dos seus piores da carreira: a péssima Work Bitch.

Lançada como primeiro single do fatídico Britney Jean de 2013, Work Bitch é uma tentativa de mostrar um lado da cantora ao fazer a mesma mergulhar em uma EDM extremamente datada, irritante e quase sem apelo que os melhores momentos da Britoca proporcionaram. Produzido pelo will.i.am ao lado de Sebastian Ingrosso e Otto Knows, a canção é o famoso amontoado de clichês que deveriam fazer algum sentido se não tivessem sido moldados da massa musical mais massificada possível. E o pior é que Work Bitch parece ser uma canção que poderia facilmente ser a guinada sonora na carreira da Britney. Exagerada pelo simples fato de ser, a canção esquece de usar o seu principal chamativo: a presença da Britney. Afogada por uma produção vocal estridente, a cantora poderia facilmente nunca ter cantado a canção e o que ouvimos ser um produto de uma inteligência artificial que não teria nenhuma grande diferença. A letra é, apesar dos pesares, divertida no instante que a gente não leva a sério. Existiam um rumor na época que a canção teria o sample de Supermodel (You Better Work) do RuPaul e que, sinceramente, faria até algum peso para o resultado final se tivesse sido usada de maneira correta. Feliz de não ter acontecido, pois Work Bitch não merece ter uma canção tão boa como base.
nota: 5


2 de setembro de 2022

Uma Segunda Chance Para: Break the Ice

Break the Ice
Britney Spears


Com o comeback de Britney Spears resolvi olhar para trás e reanalisar uma das canções da cantora que realmente merece ser melhor vista. Lançada como terceiro e último single Blackout em 2008, Break the Ice é uma canção que não chega a estar no panteão de melhores da carreira da Briyney, mas merece ser reconhecida como uma boa canção pop.

Produzido por Danja e Jim Beanz, Break the Ice é uma canção que consegue combinar com o aquele momento da carreira da cantora e, também, ser um ponto fora da curva dentro da sua discografia. Uma densa e relativamente sombria mistura de eletropop, R&B e EDM que consegue criar uma atmosfera diferente o suficiente para se destacar. Acredito que a maneira como a produção dá para a canção uma sensualidade mais crua, diferenciando a explicita que normalmente a cantora estava envolvida nos trabalhos anteriores. Além disso, a construção linear da batida ajuda a dar ainda mais personalidade para a canção e, principalmente, uma base interessante para os vocais de Britney terem mais espaço para encontrarem um equilíbrio entre o seu timbre e enunciação únicos e uma versatilidade que não tinha muito espaço. Até mesmo os efeitos vocais usados funcionam melhor que o esperado, pois adicionam camadas verdadeiras para a voz da cantora. O problema Break the Ice é não ter um clímax que eleve o resultado final para o nível de um clássico da artista. Isso é uma clara decisão da produção ao dar uma personalidade diferente para o que é esperado de uma canção da Britney, mas isso elimina algo que sempre foi o forte das suas canções com finais apoteóticos e lendários. Espero que a nova fase da carreira da Britney possa ser focada em levar a carreira artística para frente ao olhar para o passado e aprender com os erros e, principalmente, com os erros em todas as eras.
nota: 7,5

26 de agosto de 2022

O Comeback Que Deveria Ser

Hold Me Closer
Elton John & Britney Spears


Finalmente, a carreira da Britney Spears pode seguir em frente depois de ter se libertado das garras de sanguessugas que a atormentaram a vida toda. Uma pena, porém, que o começo dessa nova era seja com Hold Me Closer.

Apesar de estar na presença grandiosa de Elton John, a canção é uma derivativa, morna e sem graça versão remix/remake de três canções do britânico Tiny Dancer (1971), The One (1992) e Don't Go Breaking My Heart (1976). Do ponto de vista comercial a decisão é acertada, pois vem na cola do imenso sucesso de Cold Heart - PNAU Remix. Todavia, o resultado aqui continua a soar como uma colcha de retalhos mal costurada que não faz jus a nenhuma das músicas mutiladas. E mesmo entregando uma boa performance, Britney não consegue segurar toda a grandiosidade de Hold Me Closer devido a mesma não parece estar no seu elemento mais confortável. Ao menos, existe uma química sincera com Elton e, principalmente, existe uma alegria verdadeira de poder ouvir o comeback de um dos pilares do pop em um verdadeiro renascimento.
nota: 5,5

5 de janeiro de 2021

#FreeBritney

Swimming In The Stars
Britney Spears

Enquanto batalha para ter a sua liberdade pessoal, a carreira da Britney ainda está presa em decisões equivocadas e apenas visando o famoso caça níqueis. Esse é o caso do lançamento de Swimming In The Stars. 

Inclusa na versão vinil de Glory lançada em 2020, Swimming In The Stars é claramente uma canção descartada que não deveria ter visto a luz do Sol. Indo na mão da onda mediana que é o álbum de 2016, a canção é uma sem força e esquecível electropop que não consegue dar vida para uma composição clichê. Na verdade, Swimming In The Stars parece com nada que a Britney tenha feito nos seus áureos tempos, deixando uma sensação forte de tudo ser uma cópia da cópia de outros artistas e, não, uma canção que a Princesa do Pop poderia fazer. Apesar de acertar na produção vocal, Britney ainda soa apática e automática. Apesar de uma qualidade técnica que ajuda a canção a não ser um desastre, Britney merece ser livre de qualquer amarra para podermos ver o seu eu verdadeiro refletido na sua música. #FreeBritney 
nota: 6

15 de janeiro de 2017

Dos Males, o Menor

Slumber Party (feat. Tinashe)
Britney Spears

A tentativa de dar um up na divulgação do Glory, Britney Spears lançou o segundo single do álbum: Slumber Party.  E para tentar dar um up em Slumber Party foi lançada uma versão com a participação da Tinashe. E, como vocês já devem saber, não deu muito certo a estratégia. E olha que a canção nem é tão ruim assim.

Slumber Party não é o pop royality que a cantora já fez no passado ou muito menos acrescenta nada de novo no mundo pop, mas, felizmente, é melhor que a maioria das canções lançadas por ela no seu último álbum. Com uma batida que misturada com reggae e R&B e uma farofada até divertida e sexy, mas que não está a altura do potencial da Britney e, a nova versão, não consegue dar espaço para a Tinashe imprimir qualquer toque da sua personalidade. Felizmente, a canção teve um bom resultado: Britoca "agarrou" o dançarino do clipe. Bom para ela. 
nota: 6


15 de julho de 2016

Um Filler Para Britney

Make Me... (feat. G-Eazy)
Britney Spears

O novo e tão aguardado single da Britney Spears é, na verdade, o maior filler da carreira da cantora. Para quem não está familiarizado com a expressão, filler é aquela faixa que é adicionada para "encher" linguiça. Isso acontecia com frequência na era do vinil, pois neles havia um tempo exato para ser preenchido e, ás vezes, a soma de todas as músicas gravadas não chegavam nesse número e, para completar, os artistas gravavam uma ou mais faixas que pudessem serem adicionadas nesse espaço. Músicas que se encaixavam nessa categoria eram, normalmente, bem mais fracas que as outras faixas. E é isso que Make Me... transparece do começo ao fim. Não que a canção seja tão ruim como todas as faixas do último álbum de Britney, mas está completamente longe de parecer um verdadeiro hit da intitulada princesa do Pop. Até mesmo o flop de Pretty Girls tinha mais potencial. 

O primeiro problema é o fato de Make Me... ser um pop mid-tempo que puxa para uma balada romântica que não combina em nada com o histórico de single que a cantora já lançou, principalmente sendo o primeiro de um novo álbum. Claro, esse detalhe poderia ser superado e com grandes méritos se a canção fosse realmente boa. Não é. O single é bem mediano com um produção pouco inspirada que não mostra nada de interessante para esse tipo de canção. O pior momento é o seu anticlimático refrão, talvez o mais sem graça da carreira dela. A composição não colabora com o resultado final, mas não é um trabalho ruim ao falar sobre o desejo de Britoca de fazer sexo. Para a minha surpresa, o melhor ponto de Make Me... é a performance da cantora: muito menos "autotunada", Britney volta ao mostrar algum carisma vocal depois de muito tempo. A presença do rapper G-Eazy não atrapalha e até dá uma leve ajuda para a canção. Não sei como será o resultado comercial, mas, sejamos franco, os fãs de Britney Spears não mereciam algo tão "filler" como single. Até a própria Britney não merecia.
nota: 6

4 de maio de 2015

O Fancy da Neide

Pretty Girls (feat.Iggy Azalea)
Britney Spears

Em sua vida pessoal, Britney Spears já esteve no lugar que vai além do fundo do poço e, mesmo assim, conseguiu dar a volta cima graciosamente. Agora chegou a hora da cantora mostrar que tem condições de dar volta por cima na sua vida artística. Depois do fiasco de venda que foi o pavoroso Britney Jean, a princesinha do pop precisa provar que ainda é relevante no atual cenário pop sendo capaz de ainda ser o centro das atenções com suas músicas e ainda conseguir de volta o seu prestigio entre os críticos. Para tanto, Brit vai começar o seu comeback fazendo a tática mais comum das divas pop nessa situação: unir-se à quem está fazendo sucesso. Pretty Girls é o primeiro passo para o processo de comeback de Britney.

Longe de tentar qualquer "inovação", Britoca se une ao produtor The Invisible Men do mega sucesso Fancy para retomar ao que ela faz de melhor: pop chiclete comercial. Para dar ainda mais gás nessa reconstrução da carreira foi chamada a rapper Iggy Azalea. E mais: Pretty Girls é co-escrita pela girl group inglesa Little Mix. Resumidamente: Britney está definitivamente em busca do sucesso comercial perdido. Isso é ruim? Claro que não, mas tudo tem o seu preço. O primeiro é o mais perigoso: tudo pode dar errado. Se Pretty Girls "flopar" vai ser uma mancha enorme na carreira dela. Caso seja um sucesso, Britney pode voltar ao topo. O outro é que a bagagem desses nomes trazem para a sonoridade de Britney pode resultar em algo batido.

Antes de qualquer palavra sobre Pretty Girls, eu preciso sentenciar: a canção é legal sendo dez vezes melhor que todo o Britney Jean inteiro. Divertido, chiclete e extremamente despretensioso, mas com um problema de identidade: Pretty Girls é mais Azalea do que Britney, ou seja, a canção é praticamente uma nova versão de Fancy. Não teria como ser muito diferente, pois todos os elementos de Fancy estão aqui: a batida, a composição "girl power" e a presença de Iggy. Felizmente, o resultado final é acima da média para uma "cópia" e a canção consegue ficar acima da média. Ajudada por um viciante refrão, Britney está até bem em vocais menos esquizofrênicos com menos produção vocal, mas quem brilha de fato é a rapper australiana que dá a liga para a canção funcionar. Agora é esperar é ver se essa música será suficiente para a volta por cima de Britney Spears. Façam as suas apostas!
nota: 6,5

16 de novembro de 2013

Num Entendi!!!!

Perfume
Britney Spears

Posso até criticar fortemente como a carreira da Britney Spears vendo sendo administrada no quesito
"musical", mas nunca fiquei sem saber o motivo de um movimento. Porém, isso foi até o dia de hoje.

Escolhido como segundo single de Britney Jean, Perfume é uma canção tão confusa que eu nem sei o que pensar direito. Depois do desempenho bem mediano de Work Bitch imaginei que o próximo single seria uma bomba dançante, mas modelado ao estilo "pop chiclete". Contudo, Perfume é uma baladinha pop/eletrônico. Seria uma boa jogada mostrando coragem e originalidade ou apenas uma tentativa de seguir os passos de Miley? Não sei dizer ao certo. O que sei é que até agora Perfume não deu os resultados esperados comercialmente. Talvez o público em geral esteja confuso com a produção linear que foi executada na canção que entrega uma canção com boa estrutura, mas que não se aprofunda nelas. A composição é uma montanha-russa: a intenção de mostrar um dilema de viver sendo traída e aceitar isso bate de frente com algumas decisões poéticas bastante duvidosas (I hide it well, hope you can't tell/But I hope she smells my perfume). Outro ponto negativo é que a canção termina de uma forma tão anticlímax que fica parecendo que ela apenas "passou". O ponto mais louvável da canção são os vocais da Britney. Bem mais natural e real que o costume podemos ouvir que Britoca ainda não perdeu sua voz por completo, mas ela não é capaz de segurar uma balada completamente e em certos momentos ela até parece que desafina, o que é uma coisa muito estranha para uma canção de estúdio (um exemplo é no final da frase "Sometimes it feels like there's three"). Sinceramente, Perfume é uma canção que eu "num entendi".
nota: 5,5

23 de setembro de 2013

A Farofa Nossa de Cada Dia

Work Bitch
Britney Spears


Esse ano foi escolhido para que mais da metade da "realeza" pop fazerem seus "comebacks". Cher, GaGa, Katy, Justin e, agora, a dona Britoca. E dessa vez ela resolveu descambar de vez para a "farofada" sem medo de ser feliz. Work Bitch é a prova derradeira que Britney "entregou para Deus". Mesmo com todas as criticas que poderia fazer nos últimos tempos em relação ao rumo artístico de sua carreira ainda conseguia ver  a "cara" dela nas músicas lançadas. Até Work Bitch.

O single é a canção mais genérica da carreira dela: tenta ser dance, mas acaba se tornando um pancadão
sem rumo. Tenta ser pop, mas não imprimi uma personalidade verdadeiramente pop pegando várias referências jogando em um liquidificador e batendo até misturar sem preservar as qualidades das mesmas. Tenta agradar todos os públicos, mas acaba ganhando admiradores nos seus fãs fieis. Resumidamente: uma grande colcha de retalhos bem mal costurados. Uma pena já que a imagem criada para a Britney para a canção é até divertida: uma diva dando conselhos para as "guengas" de plantão vencerem na vida. Só que essa vibe é perdida com a composição de um criatividade, digamos, de gosto duvidoso:

Você quer um corpo quente
Você quer um Bugatti
Você quer um Maseratti
É melhor você trabalhar vadia
Você quer um Lamborghini
Beber Martinis
Parecer gostosa num biquini
É melhor você trabalhar vadia

Sério que precisou de seis pessoas para escrever isso, incluindo a própria Britney e o will.i.am.? Finalmente, Britney nem tenta muito cantar já que boa parte do tempo ela "fala" suas partes. Nem preciso aprofundar nesse quesito para vocês saberem o que eu penso. Britney tem que colocar o pão na mesa todos os dias custe o que custar.
nota: 3,5

20 de novembro de 2011

A Periguete Está Voltando ou Quase

Criminal
Britney Spears

Tem uma coisa que eu posso afirmar, mesmo não sendo o fã dela, é que a Britney Spears sempre faz bons clipes. Melhor, quase sempre. Quando a coisa desanda, oh, meu Deus! É desastre na certa. Não é um desastre como as pessoas podem pensar. Exemplo: o clipe de Gimme More é toscamente bom, já o de Oops!...I Did It Again é toscamente ruim (macacão de látex vermelho dançando em Marte é morrer). Porém, com o clipe de Criminal ela levou para um outro nível. Se não bastasse a Rihanna ter lançado um clipe com a mesma temática e muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito melhor, Britoca reuniu tantas tosqueiras em um clipe só que mata de vergonha: namorado dando um de ator com uma tatoo feita de canetinha nas costas, cenas "calhientes" no chuveiro, imitação barata do clipe do Green Day para 21 Guns e outras coisainhas. E o pior é que Criminal, a música, não é tão ruim assim e o clipe poderia ter dado um "up" nela.


A canção é a melhor de Femme Fatale de longe. Criminal é uma volta, rápida, ao velho pop que ela fazia. Menos eletrônico e mais divertido, mesmo sendo uma "balada" ou o que a Britney mais se aproxima fazer nos dias de hoje. Finalmente, ouvimos uma voz mais natural dela mostrando aquele tom que a fez famosa no final dos anos noventa, mesmo que ainda há um caminhão de produção por cima dela. A letra é boazinha. Comercial, clichê em certos momentos e divertida. O mais curioso é que as melhores músicas dela nunca fazem o sucesso de outras não tão boas e Criminal é o melhor exemplo. De qualquer forma, a canção é legal e mostra Britoca voltando a ser a velha periguete que amamos. Só falta fazer um clipe digno.
nota: 6,5

26 de junho de 2011

R2D2

I Wanna Go
Britney Spears

Gostaria de pedir um favor a todos os fãs da Britney: não a chamem de cantora. Ela pode ser uma excepcional entertainment, uma ótima dançarina que também canta. Mas ela não é cantora. Para definir alguém como cantora é necessário uma série de características que vão além do fato de gravar uma música e fazer sucesso. Além disso, colocar o terno cantora para chamar a Britney e para chamar nomes como Etta James, Aretha Franklin, Tina Turner, Whitney Houston e Adele é um sacrilégio de proporções épicas. Assim prova o terceiro single de Femme Fatale, I Wanna Go.

A canção é emoldurada como um eletropop certinho que poderia render se Britney não parece a versão cantante do R2D2. Há tanto efeitos sobre a voz dela que chega a ser insuportável ouvir ela cantar em especial o refrão. Dessa maneira qualquer pessoa poderia cantar e falar que é a Britney. Só sabemos que é ela mesma devido ao fato da lingua presa dela, sua principal característica. Se não poderia ser o Luan Santana cheio de auto tune. Tirando isso, I Wanna Go tem letra legalzinha que lembra um pouco os bons tempos de Britney e arranjo dançante e sem ser histérico ao limite do suportável. Quero deixar bem claro que não odeio a Britney, só não posso conceber a idéia de as pessoas a considerem como cantora. Assim como eu não chamo a Ke$ha de cantora. Nem a Jennifer Lopez. Nem a Cheryl Cole. Nem a Ciara. E assim vai.
nota: 4,5

8 de junho de 2011

Para Que Serve um Remix?

S&M (Remix) [feat. Britney Spears]
Rihanna

Till the World Ends (The Femme Fatale Remix) [feat. Nicki Minaj & Ke$ha]
Britney Spears


Born This Way (The Country Road Version)
Lady GaGa

Segundo o Wikipédia:

Remix é o nome dado para uma música modificada por outra pessoa ou pelo próprio produtor. Essa modificação, na maioria dos casos, é feita por um DJ, onde ele coloca uma batida animada e efeitos adicionais criando uma versão dançante na música remixada.

Qualquer um que conheça sabe o que é um remix. Essa modalidade ganhou popularidade nos anos "80 com o sucesso da new wave e o aparecimento de nomes ligados ao eletropop como o Depeche Mode e Duran Duran. Uma das pioneiras foi a rainha do pop, Madoona. Seus remixes dos primeiros singles viram sucessos nas boates da época. Então, começou outra pratica que é adotada até hoje: incluir no single para ser vendido vários remixes da própria música como "presentes" para quem comprasse a música (começou no vinil, passou pela fita cassete e o CD e a agora chegou nas vendas das músicas digitais). Com o passar dos anos, o remix se consolidou, criou ídolos e ajudou carreiras e músicas a serem sucessos.

No começo dos anos '00 uma nova modalidade dentro do remix quando Jennifer Lopez lançou seu álbum J to tha L-O!: The Remixes. Ela pegou várias de suas músicas e as transformou em remixes. Só que algumas foram transformadas em novas músicas como o sucesso Ain't it Funny que foi de pop latino para R&B/hip hop/rap com nova letra. Essa prática de lançar uma música remix como single voltou a ser moda no mundo pop nos últimos tempos. E para ver se essa prática deu certo é que estou fazendo essa resenha colocando 3 músicas com cincos cantoras diferentes. Começando com a Rihanna.

Não sei o porquê ou quem teve a idéia de reunir a Rihanna e a Britney Spears em uma música, mas no final das contas a estratégia deu certo.

O remix de S&M (que vamos chamar de remix, pois foi assim que foi lançado mesmo que a canção não tem nada de remix de verdade) foi lançado na melhor hora possível: Britney estava nos holofotes com o lançamento de Femme Fatale e a versão original de S&M estava perdendo força no mercado depois de muito lutar para alcançar o primeiro lugar da Billboard. Com o o sucesso da versão no iTunes, S&M remix chegou ao topo da parada, mesmo que rapidamente. Mas o melhor é que o remix, mesmo não sendo tão boa com a original, é bem aceitável. O grande truque foi não mexer em time que já estava ganhando. Mesmo sendo chamada de "remix" a nova versão de S&M não foi quase alterada. Ganhou os versos cantados por Britney e algumas batidas a mais. E só. Mesmo com certa discrepância nos vocais de Britney, deixando claro que eles foram incluídos muito depois, Miss Spears tem uma performance vocal divertida. Sua voz parece ainda mais frágil, mas com muito menos efeitos a deixando mais natural. Do resto, S&M é a mesma divertida, safadinha e viciante.


Talvez inspirada pelo ótimo resultado de S&M, a própria Britney resolveu lançar um remix todo seu. A escolhida foi Till the World Ends ganhando a presença de Nicki Minaj e da compositora da música, Ke$ha.

A nova versão poderia se tornando uma das melhores canções da Britney nos últimos 10 anos, se ela tivesse seguido duas regras:

1° Feito um remix por inteiro e;

2° Aplicasse a lei do 'menos é mais".

Explicando: a versão remix de Till the World Ends é metade remixada e metade original. Quando a música está na parte "nova", em especial no começo, ela ganha uma força com uma batida cadenciada excepcional cheia de personalidade e originalidade que até a Britney parece renovada. Quando a canção pega a base original, ela volta a ficar bem meia boca e batida. E não ajuda a presença da Ke$ha. Essa sensação de "ser qualquer música da Ke$ha" fica ainda mais claro e o brilho que a música ia ganhando se perde. Tudo seria um grande desastre se não fosse a presença de Nicki Minaj que eleva a música e praticamente carrega ela nas costas. Nicki abre a nova versão com a batida remixada e vocais sensacionais. E mostra que ela é pode ser uma "cantora" com mais voz que as duas amigas da música dando um agudo que eu nunca vi a Ke$ha dá e a Britney nem dá conta mais. Se fosse só a parte do começo a canção seria ótima, mas teve que enfiar mais gente e não se arriscar para deixar Till the World Ends como outra música que a Britney fica devendo.


Uma que não precisou de featuring, pois lançou um versão "remix" de uma de suas músicas foi Lady GaGa. Como single promocional que a venda foi revertida para instituição que defende a causa gay, Born This Way ganhou uma versão country.

A canção não é melhor que a original. Mas comprova a capacidade de GaGa fazer algo completamente diferente que as pessoas poderiam esperar. O grande trunfo de Born This Way (The Country Road Version) é sua instrumentação com mais destaque para a base, a canção ganha um toque country com um solo de gaita inspirado. Vocalmente, GaGa domina a música perfeitamente dando mais força a canção numa pegada mais balada. A letra quase não foi alterada, apenas um verso foi mudado sem precisão já que ficou piegas. Mas é uma boa pedida para quem está cansado dos mesmos remixes de sempre.

nota
S&M (Remix): 7,5
Till the World Ends (The Femme Fatale Remix): 6
Born This Way (The Country Road Version): 7,5

13 de março de 2011

A Vingança da Ke$ha

Till the World Ends
Britney Spears


Só pode ser vingança contra o pobre público que já não aguenta mais a Ke$ha que ela escreveu Till The World Ends e deu para Britney Spears. Pois só assim explica o segundo single do álbum Femme Fatale. Realmente não quero pensar no real motivo da escolha da canção como single, já que as razões são tão tristes. Será que ela quer pegar carona no sucesso da Ke$ha? Ou tentando trazer uma nova base de fãs que estão vidrados no novo pop? Medo de qualquer uma.

Medo de ouvir Till the World Ends e pensar que a qualquer minuto ela vai cantar We R Who We R ou Blow. É tudo muito igual, batida com cadencia. Vocais com composição iguais. Parece tudo um produto saído de alguma fábrica de produção em massa operada por robôs sem alma, coração ou criatividade. Medo do que resta de esperança de redenção definitiva da Britney seja evaporada pela pressão pelo sucesso a qualquer custo. Medo da própria Britney que aceita tudo calada ou fingindo estar tudo bem. Não é preciso saber administrar o dinheiro envolvido, para isso tem gente estudada. Mas o caminho artístico, ela precisa pegar pelas rédeas e falar quem manda em todas as esferas. Não é de hoje que se nota um desinteresse dela em relação a sua vida de cantora. Compreensível devido ao fato dela ser mãe, mas se ela continua por qualquer fator, não precisa de um certo esforço ainda mais devido aos fãs que a idolatram? Ela não se apresenta divulgando seus singles já faz tempo. Cantar ao vivo? Sem comentários. Britney parece um fantoche nas mãos dos peixes grandes. E Till the World Ends é a prova disso. Comercial. Radiofônica. Sem alma. Não é a Britney. Essa é a pior vingança que a Ke$ha poderia fazer. E leia-se, dessa vez, Ke$ha como todas as pessoas que odeiam Britney Spears.
nota:5

11 de janeiro de 2011

Coisas Inesperadas

Hold It Against Me
Britney Spears

Ela já foi pop. Ela já foi brega. Ela já foi a princesa do pop. Já foi sucesso. Fracasso. Gorda. Magra. Careca. Histérica. Divertida. Foi amada e odiada. Britney Spears já foi tudo. Mas uma coisa que ela nunca foi. Ser tediosa. Isso, até agora. Com o lançamento do seu próximo álbum já marcado para começo de Março, a primeira música de trabalho acabou de ser lançada. A escolhida foi a Hold It Against Me.

Tenho que ser sincero de dizer: preferia muito mais falar mal do novo single da Britney do que chegar a conclusão que a canção é chata. Preferia ser injusto e me derreter para o single falando que é a melhor música dela em anos e blá, blá, blá. Mas não dá para fazer nenhuma das hipóteses. E isso é triste. Principalmente para a dona Britney, pois ao que parece ela foi enganada. Pensando em voltar ao topo das paradas ela voltar a trabalhar com a dupla Dr. Luke e Max Martin, os novos deuses do pop do momento principalmente devido aos trabalhos com Katy Perry, P!nk e Ke$ha. Talvez ela tenha pensado "oh, agora é a minha vez de arrebentar com uma música tão chiclete e comercial". Se pensou, o resultado não deu certo. Fazer um eletropop ela fez, mas tão chato que dá até sono. Se eu fosse ela pedia ressarcimento. Vamos concordar se para a Katy Perry eles fazem músicas como California Gurls e Teenage Dream, como ele vão entregar uma canção fraca como Hold It Against Me para A Britney Spears?

O single é, como eu já disse, um eletrepop sem graça que não consegue ter uma pegada chiclete dos pop farofas dos últimos tempos ou muito menos quebrar clichês do estilo com a mudança de "regras" na estrutura da música. Vamos começar com os pontos positivos. Pela primeira vez em tempos a voz de Britney não parece uma versão robô com o uso de tanto auto tune. Está na medida certa. Mesmo assim ela não consegue dar a canção vida própria. Faltou feijão. A produção fica numa vontade de construir uma música diferente com uma batida única com o batidão nos versos e a parte mais calma no refrão que perde a oportunidade de fazer algo divertido apenas por ser divertido. Não é dançante como deveria. Não tem a pegada que tem uma Your Love Is My Drug da vida. Não tem a delicadeza de Teenage Dream. Não tem a força de Raise Your Glass. Não tem nada de especial. É arrastada e bem chata. E para piorar a percepção que a Britney foi passada para trás quando a noticia que a letra, fraca e com refrão péssimo, foi inspirada na Katy Perry. A principal autora Bonnie McKe (que também co-escreveu alguns hits da própria Katy) admitiu que se inspirou na Katy para escrever Hold It Against Me depois de encontrar ela em um bar. A canção deve ser sucesso, mas vai enfrentar concorrência dura esse ano. Então, querida Britney vamos sair do automático e entregar algo realmente bom que se não a coisa vai ficar feia para seu lado.
nora:5

7 de outubro de 2009

Quando Se Ouve as Trombetas Do Apocalipse

3
Britney Spears


Sim,é o fim do mundo.Preste a lançar The Singles Collection,uma coletânea de seus grandes sucessos Britney Spears para promover o álbum acaba de lançar a sua melhor música na década(isso porquê ..Baby One More Time foi lançado em 1998).Para começar,3 já é envolto em polêmica pois retrata o desejo da princesinha do pop fazer sexo a três.Uh,safadinha!
Tirando essa bobagem puritana de lado,3 é um pop redondinho e contagiante.Não por acaso,a faixa é produzida por Max Martin que foi produtor da melhores músicas de Britney até hoje:...Baby One More Time, Oops!...I Did It Again,Stronger e If U Seek Amy.A música acerta logo de cara com o grudento refrão de fácil memorização e viciante.Outro acerto é a batida.Esquecendo os eletrônicos da moda e se concentrando em pop mais clássico e divertido.Sem muitos efeitos pós-produção a voz de Britney parece mais natural mesmo que não seja o melhor da cantora,ela prova que ainda sabe cantar.A letra que não foi o grande forte dela parece mais trabalhada em torno da polêmica envolta.Mas também não espere achar nenhuma poesia.3 parece uma a abertura do apocalipse.Depois do Faustão emagrecer,o Rubinho ganhar,a Britney fazer uma música realmente boa agora só falta a Nicole Scherzinger fazer sucesso na carreira solo.Aí sim,podemos abrir a porta do inferno.
nota:8

21 de junho de 2009

A Pizza do Jantar de Ontem Esquentada Para O Café da Manhã de Hoje

Radar
Britney Spears


O verdadeiro comeback de Britney Spears pode ser considerado apenas satisfatório.O seu álbum Circus vendeu bem,mas não foi o estouro de vendagens já que só agora alcançou 1,5 milhões de cópias e por exemplo Beyoncé que lançou seu álbum duas semanas antes já passou os 2 milhões.A tour vai bem mas já teve um monte de escândalos,recebeu péssimas criticas e teve que vender ingressos a preço de banana.Os singles foram bem.Womanizer foi número um em diversos países,Circus teve desempenho médio e If You Seek Amy merecia mais mas teve resultados bens ruinzinhos.Agora Miss Spears lança seu novo single a canção Radar.Sim,ela vai fazer isso.Só Deus sabe a razão que colocaram no Circus uma canção que foi lançada no álbum Blackout sem mudar nada.Ainda é mais estranho eles transformarem ela em single.O poderia ser um indicativo que até os produtores sabem que o Blackout tem músicas melhores que Circus e em caso de desastre ou algo perigo no horizonte,como um possível "flop por perda de interesse",eles teriam essa carta na manga.Ou porque ela é Britney Spears e qualquer que ela fizer não surpreende.
Radar apesar de não ser mudado drasticamente,em sua versão Circus perde qualidades que em Blackout fazia da canção ganhar destaque.Para tirar o espírito mais eletrônico de Radar,os produtores reduziram os efeitos e a deixaram com cara mais pop certinho e chato.A letra tem seus momentos mas fica muito debilitada no repetitivo e cansativo refrão.Os vocais de Britney não há muito o que falar que continuam nos mesmos padrões dela:fracos mas bem produzidos.No final das contas ainda não sabemos como o público vai reagir a essa estratégia:se vai engolir ou vai passar adiante já que comida de ontem não enche.
nota
Versão Blackout:7
Versão Circus:6,5

26 de janeiro de 2009

Perdendo a Chance

If You Seek Amy
Britney Spears


Finalmente Britney Spears voltou.Devo dar meu braço a torcer.Seu CD Circus está vendendo muito bem tanto nos Estados Unidos quanto no resto do mundo.Seus dois primeiros singles conseguiram ótimos resultados nas paradas.Mas mesmo assim ela não consegue ficar longe das polémicas mas pelo menos dessa vez nada tem haver com sua vida particular.A escolha do terceirosingle que é a questão.If U Seek Amy vem sendo alvo de criticas pelas rádios americanas pois "if you seek amy" (se você procurar a Amy) é um trocadilho que falado rapidamente se entende F.U.C.K ME em inglês.E agora segundo a gravadora Britney vai regravar partes da músicas e ela vai ganhar uma versão "clean".Uma babaquisse só.
Agora voltando ao que interessa,If You Seek Amy é uma boa escolha como single.Mas ao mesmo tempo é meio decepcionante.Enquanto em Piece Of Me foi tirado "leite de pedra",aqui os produtores não consegue tirar todo [Photo]o "suco da laranja".A música assim com Piece tem letra esperta que além de brincar com trocadinho a um ar de feito para Amy Winehouse(?!?):

"Oh baby, baby, você viu a Amy hoje a noite?
Ela está no banheiro? ela está fumando lá fora?
Oh baby, baby ela foi pegar um pedaço de limão pro drink que eu estou comprando pra ela?
Você sabe do que ela gosta?"

Os vocais estão bons deixando toda a produção mais de lado e se concentrando na voz mais limpa de Britney.E não se esqueça do fator grude com o "la la la la" já no começo.O arranjo com uma batida de fundo também é viciante.Só que quando antes da parte final,onde devia jogar tudo para o alto,a música se rende ao velho fator Britney Spears:a arranjo é abaixado e ela com voz sussurrada fica dizendo algumas frases e uns "yeah".Mas ao voltar para o refrão final a música em vez de explodir continua no mesmo nível e perde a oportunidade de ser uma puta música.Mas entre acertos e erros,Britney conseguiu salvar um single de boa qualidade.
nota:7,5

25 de dezembro de 2008

Do Fundo Do Baú-Dos Tempos Que Britney Spears Ainda Era Virgem

...Baby One More Time
Britney Spears



Muito se fala de Britney Spears.Desde seu estrondoso aparecimento em 1998,sua virgindade,seu relacionamento com o também cantor Justin Timberlake,a separação,a perca da virgindade,a transformação de lolita sexy a mulher fatal,a amizade com Madonna,casamento relâmpago,o casamento com Kevin Ferdeline,as gestações,a separação,a briga pela guarda dos filhos,descida ao fundo do poço e agora a volta por cima.Ok.Isso todos sabem.Mas no final das contas Britney é uma cantora.E a parte musical,como fica?Respondo:fica de lado.Não que não se fale.É que no meio de tudo que cerca a vida de Spears,a música fica completamente no canto,apenas como coadjuvante.Mas no começo,era um pouco diferente.
No seu primeiro CD a jovem e "pura" Britney lança ...Baby One More Time.Uma música pop que se tornou um fenómeno mundial e deu o primeiro lugar a novata cantora em todo mundo.É claro que naquela postura se adolescente sexy e meio bobinha cantando assuntos pecaminosos e dançando do jeito que o diabo gosta,havia mãos de produtores modelando aquela menina.Mas assim como uma certa rainha do pop,quem olhasse mais de perto podia ver uma verdadeira artista que tinha potencial infinito mas durante os anos e tudo que aconteceu em sua tumultuada vida pessoal foi se perdendo e se apagando e hoje apesar do sucesso e dos milhões de fãs e copias de CD's vendidos se tornou uma artista comum e até sem graça fazendo a mesma coisa que qualquer que outras cantoras com menos potencial já fizeram apenas com roupas diferentes.Mas fica a lembrança de ...Baby One More Time que mesmo não mudando a musica pop é da mesma importância que Like a Virgin e a certeza que Britney de antes podia chegar ao trono de Rainha do Pop mas a de hoje não passará de a "pricesinha do Pop".
nota:9,5

13 de dezembro de 2008

Passinho Para Frente,Passinho Para Trás


Circus
Britney Spears


Ela está de volta!Britney Spears finalmente voltou!E todos os aspectos positivos e negativos envoltos na princesa do pop também estão de volta.Seja as polémicas na sua vida pessoal e os fãs chatos quanto o rebuliço que ela ainda consegue fazer no mundo pop.Depois de chegar ao primeiro lugar das paradas com Womanizer,a nova empreitada de Britney é fazer Circus sucesso como o primeiro single.E não será muito diferente.
Apesar de não ter o mesmo apelo radiofónico que a histérica Womanizer,Circus é bem melhor.Seguindo a linha Piece Of Me,Circus tem aquele estilo mais cadenciado e ritmado sem perder o aspecto de "feito para dançar".Os vocais estão ótimos,já que tiraram toda aquela produção eletronica deixando a voz de Britney mais "real".A letra é legal porém menos divertida,cínica e sincera de Piece Of Me.Mesmo assim tem o ponto alto no sensacional refrão.O arranjo cumpre sem mais comentários sua função.Mas apesar de todas as qualidades ainda assim fica aquela sensação que algo falta,que parece mais de 505 mil pessoas não sentiram ao comprar na primeira semana o CD também denominado Circus apenas nos Estados Unidos.Quem sabe um dia caminhando a passos curtos Britney passe de uma pop star e vire uma cantora pop star.
nota:6,5