Mostrando postagens com marcador Top 50 2011. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Top 50 2011. Mostrar todas as postagens

6 de janeiro de 2012

Top 50 2011

Part. I
Part.II 
Part.III
Part.IV


Parte V


Antes de revelar o top 5 no especial com os Melhores de 2011, vou mostrar o começo do top 10. Comentem!


Posições 10 - 6


10°Otis (feat. Otis Redding)
Jay-Z & Kanye West


"A canção eleva o nível no cenário musical atual, principalmente para o hip hop, em alturas quase alcançáveis. Produzido pelo próprio West, Otis já começa arrebatadora ao usar como base a canção Try a Little Tenderness do cantor Otis Redding. A produção da canção lembra muito que Kanye fez nos dois primeiros álbuns da sua carreira solo e ele mostra que continua mandando mais do que bem. Essa base soul music se mistura perfeitamente com o hip hop em todos os níveis da canção. A construção do arranjo emoldurando todas as nuances da voz do Otis e as batidas da canção para criar algo novo e sensacional"
Resenha

9°What the Water Gave Me
Florence + The Machine

"Começo a dizer que a canção é como o filme Cisne Negro: não é para qualquer um, mas para aqueles que é destinada é sensacional. Não há como explicar precisamente o que é What the Water Gave Me. Uma viagem psicodélica depois de um chá de cogumelos. Uma ópera moderna com toques de gótico e gospel. Uma canção épica abstrata tema de um filme sobre uma guerra em um planeta distante entre gigantes e homens. É tudo isso. E não é nada disso. O Florence and the Machine consegue com a ajuda do produtor Paul Epworth, um feito raro: fazer uma música atemporal, mas ser delimitada por nenhum estilo."
Resenha

8°Bright Lights Bigger City
Cee Lo Green




"Bright Lights Bigger City é a melhor música de um artista masculino solo que eu já resenhei aqui no blog. Tem uma pegada anos '70 disco music com soul music avassaladora e contagiante. O arranjo perfeito mostrando a capacidade de criar uma batida orgânica com todos os instrumentos de "verdade" e não precisa de DJ's para criar algo para pistas e rádios. Tem força na letra "feita para dançar", mas que não usa em nenhum momento clichês do estilo e entrega uma letra inteligente"
Resenha

7°Yoü And I
Lady GaGa
 "Yoü And I já nasce de certa maneira já predestinada a ser uma balada pop épica. GaGa foi extremamente esperta ao fazer apresentações da canção apenas ao piano muito antes do lançamento do Born This Way. Ela testou a resposta da platéia com a canção e viu que "deu liga". Mais a versão em estúdio saiu melhor que a encomenda. GaGa acertou no alvo ao chamar um especialista em "músicas épicas" para dar a forma em Yoü and I: Robert John "Mutt" Lange. O produtor foi reponsável por inúmeros sucessos de nomes como AC/DC, Def Leppard, Foreigner, Bryan Adams e na época que era marido de Shania Twain, foi produtor do sucesso Come on Over. De Mutt a música ganhou uma sofisticada, poderosa e pungente base misturando rock e pop na batida da bateria, no riff da guitarra e nos toques do piano. A grande sacada da música é o uso do sample. Aquela já familiar e quase transcendental batida da música We Will Rock You do Queen. Quem nunca na vida não fez o "tum, tum, tum, bate palmas"? Além do sample, Yoü And I ganhou a participação do guitarrista da banda Brian May. Enquanto a produção está de primeira, GaGa entrega uma performance impecável. Aqui GaGa mostra que é uma cantora ao conseguir carregar a grandeza da música sem precisar de ser a melhor cantora do mundo. Suas apresentações ao vivo são sensacionais, principalmente quando faz a primeira parte apenas no piano. A composição não é a melhor coisa do mundo, mas entrega os três pontos de uma balada pop com perfeição: fácil de cantar e se identificar, refrão avassalador e com pegada pop. Só isso já está de bom tamanho. Deixamos a profundidade para uma próxima. E uma outra vez. E quem sabe milhares de vezes."
Resenha

6°Someone Like You
Adele


"Quando tudo já foi dito e feito, o que resta? Nada, apenas aceitar a vida como ela é. Rendição. A vida precisa seguir. As contas precisam ser pagas. A casa precisa ser limpa. O cachorro precisa ser alimentado. Com essa urgência das coisas banais serem feitas, é necessário chegar ao um ponto que é preciso encarar a vida é dizer: "Eu tentei, mas não dá mais. Desisto". É assim que Adele se mostra no segundo de 21, Someone Like You.

A canção é uma "power" balada acompanhada apenas no piano e voz. E sabe o que é mais incrível? Someone Like You não é a melhor música do álbum e mesmo assim é genial. Não há nada mais perfeito que os vocais  de Adele que transmitem uma tristeza tão profunda e real que leva lágrimas as olhos de qualquer pessoa.  Lá está ela em algum surpermerdado e encontra o amor da sua vida depois de anos sem vê ele. Ele tocou a vida adiante. Casado. Feliz. Ela parou no tempo. Sozinha. Então sem ter mais nada a fazer ou falar, ela deseja o melhor para ele ("Eu desejo nada, menos o melhor / Para você também" ). Mas ele deixa claro que ela ainda não o esqueceu (Eu esperava que você ao ver meu rosto se lembrasse / De que para mim/ Não está acabado), mas também vai tentar continuar a viver ( Não se preocupe / Eu vou encontrar alguém como você). Real, honesto e tocante. Como disse antes, a canção não é a melhor do álbum. Mesmo assim a canção é sensacional e qualquer artista com um pouco de inteligência gostaria de ter uma canção desse nível em um CD."
Resenha

31 de dezembro de 2011

Top 50 2011

Part. I
Part.II 
Part.III


Parte IV


Posições 20 - 11

20° The Edge of Glory
Lady GaGa

"Aqui GaGa deixa de lado o seu pop descerebrado e busca algo mais orgânico. The Edge of Glory ainda é pop. Ainda é descartável. Mas sua pegada mais rock mostra um outro lado mais classuda da GaGa. Aquela influência do Queen que ela possui se manifesta aqui em uma canção feita para fazer estádios lotados cantarem."
Resenha

19°All of the Lights (featuring Rihanna, Alicia Keys, Fergie, The-Dream, Ryan Leslie, Elton John, Charlie Wilson, Kid Cudi, John Legend, Tony Williams & Elly Jackson)
Kanye West 

"A grande qualidade da canção é a sua instrumentação. Não há ninguém que consiga criar um arranjo tão meticuloso e classudo com o rapper nos dias de hoje. Ele mistura a batida pop com hip hop e coloca na mistura toques de música clássica e muita influência de R&B e do próprio Elton John. Tudo isso é possível ouvir em cada mudança de instrumento e em cada nuance dada a música. Um mistura perfeita e genial."

18°Body and Soul
Tony Bennett & Amy Winehouse
"Em Body and Soul Amy faz uma performance deslumbrante na altura de seu anfitrião. Poderosa do começo ao fim, cada palavra, cada frase cantada por Amy tem sentimento, alma, coração. Amy mostra que nasceu para ser uma cantora além do seu tempo, mas com um pé no passado. Tio Tony nunca fica para trás no alto dos seus 85 anos. Não tem como avaliar nos moldes de hoje a composição já que ela é atemporal e a produção exemplar."

17°Tightrope (feat. Big Boi)
Janelle Monáe
"O primeiro single do álbum The ArchAndroid (Suites II and III) é a eletrizante Tightrope. A canção o encontro mais do que perfeita do som funk (não o funk do Rio, é sim do que o James Brown fazia) com o mundo pop. Não esse pop comercial, é sim o pop mais raiz, alternativo e dançante. Há uma pegada genial na composição do arranjo que coloca Tightrope em um novo nível: a melhor música não comercial dos últimos anos. O single não foi feito para aqueles limitados ao auto tune do pop, do hip hop de "cafetões" ou o country medíocre. Tightrope nem tem um público alvo definido. É para quem gosta de música boa e quer dançar ao som de uma "old new school"

16°Love on Top
Beyoncé
"Para começar, novamente Beyoncé colocou seu nome na história da música com a performance de Love On Top no VMA desse ano. Uma apresentação simples, mas perfeita em todos os sentidos e no final a revelação da gravidez fez com que ela roubasse a noite que era para ser da Katy Perry. Ou vocês acham que daqui alguns anos as pessoas vão lembrar da apresentação da Bey ou da vitória (injusta, no meu ponto de vista) para o clipe do ano para Katy? E não seria tão perfeito se Bey não tivesse escolhido Love On Top. De longe a melhor de 4, a canção tem uma pegada saída direto da Motown. R&B puro em sua essência e descendência nobre lembrando os maiores do ramo como Diana Ross e os Jackson 5. Sabe aquela canção que você que dançar e cantar ao mesmo tempo, mas não para dançar como louco, e, sim, se divertir com o molejo, a atmosfera, o "requebrado" cadenciado? Love On Top passa isso do começo ao fim com seu arranjo primoroso, lindamente produzido. Bey entrega um desempenho magistral. Firme, sem exageros, cheio de personalidade."

15°Wonderland
Natalia Kills
"Dona de um estilo único, Natalia lançou como segundo single de seu álbum de estréia a canção Wonderland que já entra na lista das melhores canções do ano. A canção é uma obra de arte pop com uma sonoridade avassaladora. É pop, mas não é chiclete. É dançante, mas não é de fácil absorção ou feito para tocar em qualquer rádio que toca Britney, Ke$ha ou Avril. Natalia meio que cria um novo subgênero, o pop dark. Com uma intensidade rara e deliciosa, Natalia não tem medo de brincar com clichês em citações claras e nada profundas. A letra tem uma artificialidade latente, mas é isso que Natalia quer fazer. Ser o que quer ser. Fútil, rasa e despretenciosa. E assim ela atravessa a superfície e entrega uma letra poderosa e cativante"

14°How to Love
Lil Wayne

"Há uma grande produção atrás da canção, mas mesmo assim é de se espantar. O single é uma balada R&B surpreendente. Começamos com a produção da canção que resolveu dar uma desacelerada em Wayne e entregar um arranjo simples, cadenciado e num tom mil vezes mais baixo do que ele faz. Sabe aquelas canções que você tem vontade de seguir estalando os dedos no compasso da música? Assim é How to Love. Um grande trabalho de arranjo. O mais curioso é que a mistura disso com a voz de Lil' Wayne se encaixa perfeitamente. Ele continua com a voz rouca e áspera, mas a estranheza entre os dois elementos da canção (a voz e o arranjo) se casam perfeitamente bem"

13°The Shield And Sword
Clare Maguire


"Um dos principais nomes da nova geração da música inglesa, a jovem de 22 anos vem chamando muita atenção da impressa especializada inglesa a considerando um dos nomes mais promissor dos últimos tempos. E na canção The Shield And Sword, terceiro single do seu primeiro álbum intitulado Light After Dark, fica comprovado que ela é uma das cantoras que vai carregar a bandeira do "pop" , mas sem ser "mais uma em busca do trono".

12°Man Down
Rihanna

"Man Down é, até agora, o trabalho mais refinado que a RiRi já fez encarnado uma versão feminina de Bob Marley. A canção é um reggae de primeira qualidade que consegue apresentar um lado novo e muito bem vindo da cantora. Não há concessão na produção da canção em colocar pitadas de pop ou outro estilo já usado por ela. É reggae 100% na veia. Uma produção primorosa do desconhecido Shama "Sham" Joseph que consegue tirar esse sabor caribenho de Rihanna em seu melhor estado. E ela não decepciona"

11°If I Die Young
The Band Perry

"Pense em quantas músicas falam sobre a morte de uma maneira positiva? Eu não consegui achar nenhuma até agora. If I Die Young foi composta pela vocalista Kimberly mostra em linhas tristes, mas delicada e até otimista o confronto de um jovem com a morte. Nada de melodrama, a narradora da música faz uma belissíma reflexão sobre a morte e todas suas arestas."

27 de dezembro de 2011

Top 50 2011

Part. I
Part.II


Parte III


Posições 30 - 21 (Comentem)


30°Far Away
Marsha Ambrosius

"Indicada a dois Grammy's (Best R&B Performance e Best R&B Song), Far Away é um diamante do R&B moderno sem perder as raízes."
Resenha

29°Marvin's Room
Drake

"A música é um mistura primorosa de R&B, rap e um pouco de pop com Drake fazendo uma performance contida, inspirada e completamente diferente e original."
Resenha

28°Paradise
Coldplay

"Um dos melhores momentos do álbum, Paradise tem uma produção impecável com a uma construção do arranjo perfeita. Com camadas diferentes e atmosfera delicada, o arranjo reflete a letra sobre sonhos não concretizados e esperanças sobre o futuro"
Resenha

27°Girls Fall Like Dominoes
Nicki Minaj

"Sem dúvidas nenhuma uma das melhores faixas do CD, Girls Fall Like Dominoes tem uma produção inspiradíssima. Começa pelo uso do sample. Apostando na música desconhecida Dominos da banda de rock alternativos, The Big Pink, o produtor J. R. Rotem cria uma pequena pérola misturando pop, rock e hip hop."
Resenha

26°Price Tag (feat. B.o.B)
Jessie J

"A canção tem uma pegada meio pop com reggae e hip hop completamente viciante em todos os aspectos. Produzida por Dr. Luke mostrando que têm muitas outras facetas que ele já mostrou. Tem cadencia sensual e dançante, mas se precisar de velhos clichês como auto tune e etc. Tem inteligência, ao ajudar a compor uma música com uma mensagem que não seja apenas "se divirta" e "dance muito"."
Resenha

25°Don't You Wanna Stay (feat. Kelly Clarkson)
Jason Aldean

"A canção une todos os quesitos para o posto: tem letra romântica, mas simples e realmente tocante. O arranjo mistura é bem elaborado com destaque para a mudança do "calmo" para o "clímax" da canção no grudento refrão. A mistura dos vocais graves com o potencial da Kelly completa o pacote com perfeição."
Resenha

24°Countdown
Beyoncé

"Em Countdown, Bey segue uma linha mias "old fashion" misturando R&B com funk e pop que lembram uma estética dos anos setenta com os anos noventa, onde ela mesma ainda no Destiny's Child ajudou a definir o estilo daquela época. Cheia de variações e mudanças do compasso da música, Countdown é um trabalho musicalmente arriscado que compensa no resultado final."
Resenha

23°Niggas In Paris
Jay-Z & Kanye West

"Em Niggas In Paris a parceira dos dois encontra um coisa poderosa, pesada e com uma batida dark, mas nunca longe das raízes "gueto" dos dois. Refinada, mas nunca amaciada. Jay-Z e West estão ótimos completando a performance um do outro."
Resenha

22°Hell On Heels
Pistol Annies


"Seguindo uma linha raiz do country flertando o tempo todo com o folk, Pistol Annies entrega um arranjo sexy, misterioso e adulto na medida que ele cresce ao longo da canção. Um trabalho primoroso. Cada uma das três tem "solos" na canção e mesmo parecidas, todas conseguem mostar originalidades e competência. E ao juntarem as vozes forma-se uma harmonia perfeita"
Resenha

21°Nothing's Real But Love
Rebecca Ferguson

"Lembrando uma versão mais pop de Macy Gray, mas não menos soul, graciosa e bela. Poderia cair muito no clichê, mas Rebecca parece consciente do instrumento que tem. Cada momento de Nothing's Real But Love é valorizado pela graça e força que ela dá canção"
Resenha

22 de dezembro de 2011

Top 50 2011

Part. I


Parte II


Posições 40-31 (Comentem)

40°Sexy and I Know It
LMFAO

"A dupla faz uma canção pop/dance/hip hop poderosa no sentindo de hipnotizar. Na boa, não há como ouvir a canção é não viciar na mesma hora. Dançar como se não houvesse amanhã
"
Resenha

39°No One Gonna Love You
Jennifer Hudson

"O single mostra com a clareza que J-Hud nasceu para ser uma diva do R&B. Com uma pegada mais dançante com influência dos anos setenta em uma melodia gostosa e cheia de 'sabor' "
Resenha

38°Who's Laughing Now
Jessie J


"A canção é um ótimo pop com pitadas de sarcasmo, humor e ironia sem perder a essência. A canção, em tom autobiográfica, narra como a Jessie era tratada quando criança"
Resenha

37°Papi
Jennifer Lopez


"Papi não é a revolução do atual pop, mas é um dos seus melhores exemplares. Descerebrada, dançante, viciante e com cara de hit mundial"
Resenha

36°It's OK
Cee Lo Green
"Lançado na Europa, It's OK é simplesmente o que tem de mais fino na música hoje em dia. Começando pela voz de Cee Lo. Não há ninguém com seu tom e capacidade vocal. Além de ser único, ele é extremamente competente"
Resenha

35°Every Teardrop Is a Waterfall
Coldplay

"Longe da fase mais pedante de Viva la Vida or Death and All His Friends, aqui o Coldplay parece estar numa fase mais despojada. Isso se progeta na composição leve, otimista e mesmo usando alguns clichês consegue um ótimo resultado em versos simples e sem uma estrutura tradicional, mas tocante."
Resenha

34°Born This Way
Lady GaGa

"Sim, Born This Way é a filha mais nova de um dos clássicos da rainha do Pop. Em certos momentos é quase como se GaGa fosse começar a cantar o refrão de Express Yourself. Adiciona um pouco do pop chiclete dos anos noventa e temos um arranjo bem feito, divertido e contagiante com um dos seus refrões mais viciantes da carreira dela. Tudo num pacote perfeito para estourar nas boates mundiais, principalmente naquelas onde Cher é a rainha."
Resenha

33°Miracle Worker
SuperHeavy

"A grande surpresa da canção é o caminho escolhido para dar a cara do super grupo: o reggae. Sim, o SuperHeavy foi buscar inspirações no pai de Damian. Além disso, Miracle Worker tem pitadas de rock e música indiana graças ao A. R. Rahman. Esse caldeirão étnico, rítmico e de personalidades cria uma canção gostosa e divertida, mas que deixa para os "novatos" a responsabilidade de carregar a canção."
Resenha

32°Indestructible
Robyn


"Esqueça qualquer eletropop produzido pela Ke$ha e CIA. Indestructible é uma viagem psicodélica no que tem de melhor nesse estilo tão massacrado e massificado nos últimos tempos"
Resenha

31°Love You Like a Love Song
Selena Gomez & The Scene

"A música é balada pop/eletropop com uma vibe anos oitenta tão bem construída e produzida em cada pequeno detalhe que fica quase impossível não se apaixonar"
Resenha

16 de dezembro de 2011

Top 50 2011

Esse ano a escolha das melhores músicas do ano vai se limitar as 50 Melhores. Lista mais curta, mas não menos difícil de escolher. Os cinco melhores serão revelados quando todas as categorias (inclusive as escolhidas por vocês). Começamos com as posições 50 até 41. E, claro, COMENTEM!



50° Crystalline
Björk

"Como definir Crystalline? Não existe exatamente um estilo que a canção pode se encaixar. Melhor seria definir como "uma música da Björk". Belissimamente orquestrado, o arranjo é o grande destaque da música."
Resenha

49° On the Floor (feat. Pitbull)
Jennifer Lopez

"On The Floor segue na vertente menos usada até agora que é a da eurodance. Pegando carona em Stereo Love, RedOne construí um surpreendente eletropop com cara de mega hit."
Resenha

48° 25/8 
Mary J. Blige


"25/8 é mid-tempo R&B/hip hop soul que dá ênfase ao vozeirão de Mary que mostrar como dominar uma canção sem precisar exagerar."
Resenha

47°Arms
Christina Perri

"Escolhido como segundo single, a canção Arms é um sopro de originalidade no meio de tanta produção massificada e repetitiva que inunda as paradas de hoje"
Resenha

46°Honey Bee
Blake Shelton




"A canção é um country pop/rock com letra propositalmente brega romântica. Blake faz várias comparações ao se declarar a mulher amada do estilo "você será meu vinho, eu sou sua dose de wiskey" ou "você será meu dia de sol, eu sou sua sombra" e assim vai. A grande pegada é que a própria letra tira sarro dela mesmo por ser tão "caipira"
Resenha

45°Disaster
JoJo

"Disaster é uma ótima balada power pop que preserva o estilo de JoJo, mas sem "cheirar" a mofo. JoJo prova porque é cantora teen dessa geração mais talentosa dona de uma voz poderosa que amadureceu nos últimos."
Resenha

45° Somebody's Chelsea
Reba McEntire

Ainda sem Resenha


44°E.T. (feat. Kayne West)
Katy Perry


"Com a participação de West, a canção não mudou nada. Quase nada, para ser especificamente. O que mudou é o fato de E.T ganhar uma atmosfera mais radiofônica. Ainda não consigo entender muito bem como a adição de dois versos pode dar a canção essa característica, mas no final das contas, foi isso que aconteceu"
Resenha

42° Happiness
Alexis Jordan

"Happiness é um dance pop elegante, divertido e lindíssimo"
Resenha

41° Together You and I
Dolly Parton

"A canção é mais uma mostra do talento de Dolly: simples e ótima. A melódica voz de Dolly sempre mostrou que não é preciso de grandes alcances para ser uma cantora poderosa. É preciso personalidade e dom para imprimir emoção em cada nota"
Resenha